>>ATUALIZAÇÃO! Jovem que passou 5 dias perdido no Pico Paraná é encontrado com vida
A Polícia Civil do Paraná (PCPR) iniciou a coleta de depoimentos de familiares e de pessoas que realizaram a trilha no mesmo dia em que Roberto Farias Thomaz desapareceu no Pico Paraná, em Campina Grande do Sul, na Região Metropolitana de Curitiba (RMC). O desaparecimento ocorreu na virada de ano (31/12). Nesta segunda-feira (5/1), as buscas pelo jovem já foram retomadas.
Roberto iniciou o percurso acompanhado de uma amiga. Durante a subida, conforme relato, ele teria passado mal. Apesar disso, os dois conseguiram chegar ao cume do Pico Paraná. No momento da descida, porém, Roberto ficou para trás, enquanto a amiga retornou sozinha. Desde então, o jovem, de 19 anos, não foi mais visto.
De acordo com a PCPR, uma das pessoas que acompanhava Roberto durante o percurso já prestou depoimento na delegacia. A investigação teve sequência no domingo (4/1) e seguirá ao longo desta segunda-feira, com a continuidade da coleta de informações e a realização de novas oitivas.
O caso é tratado oficialmente como desaparecimento, sem indícios de crime até o momento. As diligências permanecem em andamento, com a análise detalhada das informações reunidas e a coleta de elementos considerados necessários para esclarecer as circunstâncias do desaparecimento.
Na manhã desta segunda-feira, o Corpo de Bombeiros informou que as buscas seguem sendo feitas com bombeiros e voluntários experientes na região. “As buscas estão sendo realizadas nas trilhas pelos voluntários, mas como já foram feitas muitas buscas na área, desde esse fim de semana estamos também os bombeiros grupos de montanhismos , fazendo acesso via rapel em áreas mais remotas. Estamos utilizando também aeronave e drone com sensor térmico infravermelho Isso auxilia ainda mais na busca da vítima”, explicou a corporação.
“Não estamos pedindo Pix”
Em um perfil criado para atualizar o andamento das buscas, a família de Roberto fez um alerta sobre possíveis golpes. Segundo os familiares, não há qualquer pedido de doações por meio de Pix ou vaquinhas virtuais.
“Diante do surgimento de perfis falsos, publicações inverídicas e possíveis golpes relacionados ao caso, informo que as medidas cabíveis já estão sendo adotadas”, escreveram. Além das denúncias feitas nas plataformas digitais, os fatos também serão formalizados junto à Polícia Civil para identificação dos responsáveis.
A família afirma que o único pedido feito nas redes sociais é por apoio de montanhistas voluntários para auxiliar na sequência das buscas. Desde o dia do desaparecimento, o Corpo de Bombeiros atua na região, com o apoio de equipes voluntárias. Drones também estão sendo utilizados para a varredura de pontos considerados estratégicos na tentativa de localizar o jovem.
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