A Companhia de Habitação do Paraná concluiu, nesta terça-feira, mais 98 casas em diferentes áreas urbanas e rurais no Estado. No Casa da Família Indígena, foram mais 49 unidades em Nova Laranjeiras, na reserva indígena de Rio das Cobras.

Em Castro, a Cohapar terminou a construção do empreendimento Moradias Florença, com 36 moradias do Casa da Família, construídas com recursos do FGTS – Fundo de Garantia do Tempo de Serviço. Os municípios que receberão as moradias do Casa da Família Rural são Dr. Camargo (8 unidades) e Mariluz (5 unidades).

?O Casa da Família foi ampliado nesta segunda gestão do governador Roberto Requião com projetos específicos voltados às pessoas que vivem em áreas rurais e em reservas indígenas?, diz o presidente da Cohapar, Luiz Claudio Romanelli.

No Casa da Família Rural, programa coordenado pela Secretaria da Agricultura e do Abastecimento, pequenos agricultores recebem moradias com 52 metros quadrados cada uma, adaptadas às condições de vida no campo. Os recursos do programa são do Programa de Subsídio à Habitação de Interesse Social (PSH), do Ministério das Cidades, com contrapartida do governo estadual.

?O objetivo do programa tem um forte componente social a partir das demandas dos produtores agrícolas que vivem em casas com problemas de conservação?, explica Romanelli.

Indígena

Considerado um dos maiores projetos de habitação indígena em andamento no Brasil, o Casa da Família Indígena foi criado para acabar com o déficit de 1.300 moradias em aldeias paranaenses.

As moradias tem 52 metros quadrados e são construídas em alvenaria com esquadrias em madeira, dois quartos, sala, cozinha, banheiro externo, varanda, forro, cobertura em telhas cerâmicas e instalação elétrica completa. Há dois projetos diferentes, um para a etnia Kaingang e outro para a etnia Guarani. Ambos respeitam as tradições culturais e costumes de seus moradores.