ja662.jpgNo dia 18 de novembro, no Centro Técnico de Lardy, a Renault realizou seu "crash test" de número 10.000.

O evento foi uma oportunidade de celebrar também o trabalho de centenas de homens e mulheres que vêm colaborando com o aperfeiçoamento da segurança dos veículos Renault por mais de 50 anos: os engenheiros testaram quase 11.000 veículos, produziram mais de 100.000 vídeos, tiraram quase 500.000 fotos e analisaram mais de um milhão de medições.

A Renault criou o Centro Técnico de Lardy na região de Paris, capital da França, já em 1951. O objetivo da empresa era realizar testes com futuros veículos e também conduzir os chamados "crash tests" – nome em inglês dos testes de impacto para verificação de segurança e danos físicos em ocupantes dos automóveis. Ao longo dos anos, a pesquisa e os avanços técnicos aumentaram a eficiência dos testes de impacto.

Há vários anos, além dos testes de impacto, a Renault tem realizado "crash tests" virtuais para complementar os ensaios feitos com veículos de verdade, usando técnicas digitais para aumentar e aprofundar o espectro das análises. Ao lado de dados preciosos colhidos em locais de acidentes, estes testes (cerca de 300 reais e 4.500 virtuais, por ano) são analisados e usados para projetar sistemas de segurança que correspondam à realidade dos acidentes que ocorrem nas ruas e estradas.

As informações também são partilhadas com o LAB – sigla em inglês de Laboratório de Pesquisa de Acidentes, Biomecânica e Estudo de Comportamento Humano, um órgão que serve tanto à Renault quanto à PSA Peugeot Citroën.

Líder em segurança automotiva, a Renault tem produzido veículos com os mais altos níveis de segurança passiva e ativa há vários anos. Além disso, no ano 2000 a empresa assumiu o compromisso de participar de um programa de educação e segurança nas estradas para a juventude. Chamado internacionalmente de "Safety for All" (Segurança para Todos), este programa chegou a mais de oito milhões de crianças em 21 países.