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De Letra

Rexona sai na frente: 3×1

  • Por Redação O Estado Do Paraná
Elisângela mostrou raça e qualidade
técnica, além de força no ataque, sendo
um dos destaques da equipe em Osasco.

Um jogo digno de semifinal: tenso, nervoso e com muita pressão. O Rexona-Ades venceu o Finasa/Osasco por 3 a 1, parciais de 25/21, 25/19, 15/25 e 25/21, em 1h36m, quebrou a invencibilidade de 20 partidas do adversário e deu o primeiro passo rumo à final da Superliga Feminina de Vôlei. A atuação do time paranaense calou os fãs no Ginásio José Liberatti ontem à noite e levou ao delírio cerca de 30 torcedores de Curitiba. A segunda partida da série melhor-de-cinco será no domingo às 10h, no Ginásio Tarumã, com transmissão da SporTV.

“Depois das quartas-de-final contra o Campos, o time cresceu e mostrou uma regularidade grande para vencer o Finasa. Fomos superdisciplinados e tem de ser assim mesmo. Demos somente o primeiro passo de uma longa caminhada. Estamos com mais confiança”, disse o auxiliar técnico Ricardo Tabach.

Muito determinado como nas últimas partidas, o sistema bloqueio e defesa do Rexona-Ades funcionou bem no primeiro set. A equipe paranaense dificultou o passe do adversário e a ação da levantadora Fernanda Venturini para fazer 25 a 21 em 25 minutos.

O time de Curitiba continuou a mostrar muita garra na segunda parcial. As jogadoras no banco incentivaram as titulares. O ataque, com Elisangela e Estefânia, fez muitos pontos. Conseqüentemente, o número de erros do Finasa aumentou e o Rexona-Ades abriu vantagem no placar para fazer 25 a 21 em 25 minutos.

“Elas erraram muito mais do que normalmente como conseqüência dos nossos acertos. Colocamos pressão nelas e mostramos ao Finasa uma capacidade que elas não conheciam na gente”, disse a levantadora Fofão, que recebeu o Troféu Viva Vôlei como a melhor em quadra.

O Finasa arriscou muito no saque no terceiro set e se deu bem. O passe falhou e atrapalhou o trabalho de Fofão. O time de Osasco não permitiu que o Rexona reagisse e fez 25 a 15 em 21 minutos.

Na última parcial, a tensão predominou dentro e fora da quadra no José Liberatti. O Rexona-Ades superou a pressão do adversário com destaque para a meio-de-rede Viviane. Mais tranqüilo e seguro, o time paranaense fez 25 a 21 em 25 minutos.

“Elas lutaram até o fim. O nosso time começou a acreditar e nós vimos que podemos. Agora, a gente olha para o lado e vê uma companheira confiante, que mesmo nos momentos difíceis não desiste. Foi superimportante jogar bem e acreditamos que podemos brigar pelo título”, disse a líbero Ana Volponi.

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