O time masculino de vôlei, o italiano Módena, que no último campeonato já tinha o levantador Ricardinho, além de Murilo e Sidão, contratou também André Nascimento e André Heller, aumentando para cinco o número de brasileiros no time – quatro da seleção. Mas não é o único destino dos jogadores da seleção. Depois do Sul-Americano do Chile, de 3 a 9 de setembro, só o levantador Bruno e o atacante Anderson continuarão por aqui. Os demais seguem para seus clubes na Europa, a maioria na Itália.

Dos 14 times da 1.ª Divisão do vôlei italiano, a partir de 30 de setembro, 7 terão brasileiros, muitos da seleção. Além do grupo do Módena, Gustavo segue no Treviso (que contratou o técnico Renan Dal Zotto); Rodrigão, no Macerata, e o líbero Serginho, no Piacenza. Marcelinho e Dante vão para o Panathinaiko (GRE).

A novidade é que os salários vantajosos do mercado russo também começam a atrair brasileiros de ponta. Embora não se fale em cifras, o atacante Giba, de 30 anos, bicampeão mundial e campeão olímpico, tem hoje o maior salário do vôlei no mundo. Giba seguirá para o Iskra Odintsovo, de uma cidade próxima a Moscou. Terceiro na última liga russa, o clube também contratou o principal jogador da seleção alemã, J. Schops, do Friedrichshafen. Na Rússia, só são permitidos dois estrangeiros por time.

As informações são do jornal O Estado de S.Paulo.