O Athletico terá como adversário nas oitavas de final da Copa Libertadores o gigante argentino River Plate, quatro vezes campeão da disputa e que vem embalado após uma primeira fase marcada por uma enxurrada de bolas na rede.

Os Millonarios, atuais vice-campeões da disputa e vencedores em 2018, atingiram nos seis jogos iniciais da competição os 21 gols marcados, o melhor ataque entre as 32 equipes, o que garantiu a liderança do grupo D. A marca garantiu também a quebra de um recorde.

Liderado pelo ídolo Marcelo Gallardo, cinco anos à frente do clube onde fez história como jogador, o River foi o time mais poderoso ofensivamente na primeira fase. Um adversário em especial ajudou a “engordar” o saldo positivo. Na segunda rodada, os argentinos aplicaram uma expressiva goleada de 8×0 em cima do Binacional, do Peru, e no reencontro um 6×0.

Gallardo vem colecionando boas campanhas de Libertadores com o River. Foto: Diego Haliasz / Prensa River

Tamanho foi o poderio ofensivo, que o time argentino quebrou um recorde histórico na fase de grupos da Libertadores, disputada com quatro times realizando seis jogos.

Média pra história

A média atingida foi de 3,5 gols por jogo, a maior até aqui no formato. Anteriormente o recorde era dividido, com 20 gols assinalados, entre o Cruzeiro (1976 e 2011), o Blooming, da Bolívia (1985) e o América de Cali, da Colômbia (em 2000).

Com cinco gols, Julian Alvarez é um dos artilheiros da Libertadores. Foto: Diego Haliasz / Prensa River

Os artilheiros do River na Libertadores são Julián Álvarez, com cinco gols, Borré, com quatro, e Ignacio Fernandez, com três. Álvarez fica na segunda colocação geral da artilharia, atrás de Fidel Martínez, do Barcelona de Guayaquil, mas pode alcançar o adversário. O time equatoriano não seguiu na competição.

Furacão e River Plate já se encontraram em 2019, na final da Recopa Sul-Americana, e em 2006, nas oitavas da Sul-Americana. Os confrontos acontecem dia 24 de novembro na Arena da Baixada e 1º de dezembro no Monumental de Nuñez, na Argentina.

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