Recentemente, trouxe à coluna algumas doenças autoimunes, e nesta semana volto a falar sobre o assunto. Uma delas se chama psoríase, que geralmente se manifesta em um momento de stress muito intenso como a morte de uma pessoa querida, desemprego, entre outras situações, além da influência genética. Lembrando que uma doença autoimune é aquela se caracteriza pelo entendimento equivocado do próprio organismo, o qual identifica as células saudáveis como estranhas ao corpo e as ataca.

A psoríase é silenciosa e muitas vezes constrange quem sofre da enfermidade por causa do aspecto na pele. Afeta com maior frequência o público feminino, com faixa etária acima dos 25 anos e é caracterizada por lesões avermelhadas que descamam, principalmente nas regiões do couro cabeludo e cotovelo. A questão estética é um fator que incomoda muito os pacientes, em especial as mulheres, que sentem mais o impacto psicológico. Entretanto, as erupções escamosas não coçam e diferente do que muitos pensam, a psoríase não é contagiosa.

Se a doença for tratada corretamente, é possível que a pessoa acometida pela psoríase viva bem pelo resto da vida. É importante que um médico dermatologista seja consultado indicando, primeiramente, o uso de comprimidos, e caso o paciente não responda positivamente, há a segunda alternativa que é a aplicação de injeção. Antes disso, também é recomendado o procedimento com fototerapia, baseado em banhos de luz. Com tratamento adequado é possível limpar todas as manchas e feridas da pele. Viver bem com psoríase, é possível.