Manifestantes se reúnem desde a tarde desta segunda-feira (30) no Parolin, em Curitiba, em protesto contra a morte de quatro jovens na noite da última sexta-feira (27), no que a Polícia Militar afirma ter sido um confronto. O ato teve início na região das ruas Francisco Parolin e Brigadeiro Franco por volta das 17h.

Familiares e amigos dos quatro jovens protestam para exigir que as mortes sejam investigadas, pois afirmam que o crime não foi um confronto.

Rua Brigadeiro Franco, no início dos protesto. Foto: Atila Alberti/Tribuna do Paraná.
Rua Brigadeiro Franco, no início dos protesto. Foto: Atila Alberti/Tribuna do Paraná.

 

No último sábado (28), um grupo invadiu o IML de Curitiba, na tentativa de ver os corpos dos rapazes e ainda na noite de sábado, outra manifestação organizada pelos parentes dos jovens teve balas de borracha disparadas por policiais, segundo quem esteve no local.

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Negociação

Por volta das 17h, a Rua Brigadeiro Franco foi interditada nos dois sentidos, após os manifestantes colocarem fogo em entulhos no meio das pistas. Cerca de 15 minutos depois, os ânimos ficaram exaltados no local, mas os participantes ouviram o pedido da Polícia Militar e aceitaram seguir com um protesto pacífico e que não chegue até a Avenida Presidente Kennedy.

Policiais militares e agentes da Setran estão no local.

Bloqueios

O trânsito está complicado no Parolin no fim da tarde desta segunda-feira. Às 18h30, os participantes partiram rumo à Linha Verde, onde bloquearam às 19h, todas as pistas no sentido Pinheirinho.

Há bloqueios também nos cruzamentos da Avenida Presidente Wenceslau Braz com a Rua Brigadeiro Franco, nas ruas Brigadeiro Franco com Francisco Parolin, Maria Moscardi Fanini com Professor Porthos Velozo, e na Rua João Soares Barcelos, todos por causa da manifestação.

Para desviar o trecho, segundo a Setran, é possível utilizar as ruas 24 de Maio e, Desembargador Westphalen para acessar a Av. Presidente Wenceslau Braz.

Participantes carregam cartazes e pedem investigação das mortes. Foto: Atila Alberti/Tribuna do Paraná.

Participantes carregam cartazes e pedem investigação das mortes. Foto: Atila Alberti/Tribuna do Paraná.

*Com informações do repórter Alex Silveira.

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