Edison Brittes, acusado da morte do ex-jogador Daniel Corrêa Freitas, foi transferido nesta sexta-feira (3). O homem, que está preso desde o ano passado, estava na Casa de Custódia de Curitiba e foi levado à Penitenciária Central do Estado (PCE), em Piraquara, Região Metropolitana de Curitiba (RMC). Esta é a segunda transferência do réu em menos de dois meses.

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Segundo o Departamento Penitenciário (Depen), Edison foi transferido para a unidade de segurança (PCE-US). Conforme o Depen, a transferência foi comum e feita por conta do perfil do preso.

Ele está preso desde novembro de 2018, quando primeiro foi levado para a Casa de Custódia de São José dos Pinhais, também na RMC. Depois, Edison foi transferido para a Casa de Custódia de Curitiba, que fica na Cidade Industrial de Curitiba (CIC).

Enquanto estava na CIC, alguns boatos deixaram familiares de Edison aflitos, quando informações foram divulgadas de que ele teria sido agredido no interior da carceragem. Apesar disso, Edison estava bem e não foi agredido.

Recentemente, o caso Daniel voltou a ganhar mídia com as audiências de instrução que visam decidir se os réus vão ou não a júri popular. A esposa e a filha de Edison Brittes, Cristiana e Allana Brittes, que respondem por envolvimento no assassinato, também foram transferidas, de ala, na Penitenciária Feminina de Piraquara, por motivos de segurança.

A defesa da família Brittes, em nota, afirma que não foi comunicada da “suposta transferência” pelas autoridades e não comentou o caso.

Após 44 testemunhas de defesa, audiências do caso Daniel chegam ao fim