Acidente

Três pessoas ficam feridas após queda de helicóptero com rumo a Londrina

Fotografia aérea em enquadramento amplo de um local de queda de aeronave em meio a uma área de mata densa e vegetação fechada. Na parte superior direita, entre as árvores, encontram-se os destroços retorcidos da fuselagem de um helicóptero ou pequena aeronave. A clareira aberta no solo expõe a terra batida e galhos quebrados resultantes do impacto. No plano intermediário e no canto inferior direito, equipes de resgate e peritos com uniformes escuros caminham pelo terreno e realizam os trabalhos de inspeção e busca no local. Ao redor de toda a cena, árvores de copas verdes e arbustos cobrem a maior parte do terreno sob iluminação diurna natural.
Aeronave caiu entre Avaré e Iaras, no interior de São Paulo. Foto: PMSP. Imagem melhorada com IA.

Três pessoas ficaram feridas após um helicóptero cair em uma área de mata em Iaras, no interior de São Paulo, na madrugada de sábado para domingo (20). A aeronave havia saído de Guararema (SP) com destino a Londrina, no Paraná. As buscas foram iniciadas por agentes da Polícia Militar de São Paulo e do Corpo de Bombeiros depois que uma das próprias vítimas conseguiu informar o acidente.

As equipes realizaram as buscas com o auxílio de um helicóptero Águia da PM, já que a região era de mata fechada e a estrada de terra estava molhada e com lama. Os três ocupantes da aeronave foram levados ao Pronto-Socorro de Avaré.

Segundo informações da TV TEM, afiliada da Globo no interior paulista, o piloto apresentava ferimentos nos membros inferiores e na região da bacia, além de fortes dores na coluna. Ele foi retirado primeiro, por volta das 10h30.

O copiloto também relatou dores na coluna, além de suspeita de fraturas nos membros inferiores. O passageiro permaneceu dentro da aeronave e foi retirado por último, por volta das 12h30.

Cenipa investiga o caso

A Força Aérea Brasileira (FAB) informou, por meio do Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Cenipa), que investiga o caso. Foram coletados dados e verificados os danos causados à aeronave ou pela aeronave, a fim de identificar possíveis fatores contribuintes e, quando aplicável, permitir a emissão de Recomendações de Segurança voltadas à prevenção de novas ocorrências.

A aeronave é um helicóptero bimotor modelo Agusta A109C, fabricado pela empresa italiana Agusta. Segundo o registro na Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), ela tinha o Certificado de Aeronavegabilidade cancelado e o Certificado de Verificação de Aeronavegabilidade vencido desde 2019.

O registro também aponta que o proprietário é falecido e o operador é o inventariante, assim como que há uma ordem judicial que impede a transferência da aeronave. O tipo de operação registrado é privado e não havia autorização para realizar táxi-aéreo ou transporte comercial.

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