Tempestades

Temporal destrói capela no Paraná e deixa imagem de Nossa Senhora entre escombros

Fotografia em plano geral dos escombros de uma construção de madeira destruída em uma área rural ou descampado. Em primeiro plano, estendem-se os restos caídos de uma parede de madeira na cor laranja, com uma janela emoldurada e parte da estrutura de vigas tombada diretamente sobre a grama e o solo enlameado. À direita, vê-se um trecho de cerca de arame farpado com mourão de madeira. No plano intermediário, há um amontoado maior de escombros composto por tábuas de madeira partidos, vigas e fragmentos de telhado espalhados por um terreno verde. Ao fundo, sobressaem-se árvores nativas de grande porte, incluindo pinheiros-do-paraná (araucárias), sob um céu nublado com iluminação natural difusa.
Capela tinha mais de 100 anos desde a construção. Foto: Reprodução/Redes Sociais/Marlene Massoqueto.

Diferentes regiões do Paraná registraram estragos pelo temporal da última quinta-feira (8). No município de Rebouças, no Centro-Sul, uma capela centenária foi destruída pelo impacto da tempestade. Ninguém se feriu e a comunidade pretende reconstruir a igreja nos próximos dias.

A capela era tradicional na região de Pântano Preto. Entre as vigas da construção, os moradores encontraram uma imagem de Nossa Senhora de Fátima, trazida de Portugal há cerca de 80 anos. Apesar de danos na pintura e parte da estrutura, a peça foi retirada dos escombros e foi levada para restauração.

Além da pequena igreja, outras áreas da cidade foram atingidas. Em uma propriedade vizinha, parte de um barracão foi danificado e árvores foram derrubadas.

Já em Goioerê, no Centro-Oeste, o vento praticamente destruiu um barracão de 2,4 mil metros quadrados, causando danos ao maquinário que estava lá dentro. De acordo com informações da fazenda, repassadas ao g1, dezoito pessoas trabalhavam no momento que a chuva começou, mas nenhum deles ficou ferido.

Um vídeo, divulgado nas redes sociais, mostra que um dos trabalhadores estava dirigindo um trator na direção do barracão no momento em que os ventos começam a abalar a estrutura. Ele para segundos antes do telhado atingir o chão.

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