Uma nova lei sancionada em abril institui uma rota de turismo católico no Paraná: a Rota Religiosa dos Santuários de Schoenstatt. O movimento, fundado em 1914, é reconhecido por formar líderes e fortalecer valores familiares e sociais.

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A proposta foi apresentada pelos deputados estaduais Maria Victoria (PP) e Evandro Araújo (PSD). O objetivo é reconhecer a força da fé no estado e ampliar, por meio do turismo, a visibilidade dos santuários como espaços de transformação social.

Ao todo, o Paraná reúne seis templos dedicados ao movimento. O primeiro foi fundado em Londrina, em 1948, com doações da comunidade. Na época, tornou-se o segundo santuário do Brasil, após a primeira unidade de Santa Maria, no Rio Grande do Sul.

Pela ligação com a solidariedade e a caridade, o santuário de Londrina recebeu o apelido de Santuário da Esmola. O nome faz referência a princípios presentes nos demais templos, já que cada unidade possui uma missão específica.

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Em Curitiba, o espaço é chamado de Santuário Magnificat, em referência à vocação de exaltação e serviço. Em Guarapuava, recebe o nome de Santuário das Vocações, voltado à oração por novas vocações para a Igreja.

Confira, abaixo, onde fica cada um dos santuários da rota:

  • Curitiba: Santuário Tabor Magnificat, localizado na Rua Padre José Kentenich, 552, no bairro Campo Comprido;
  • Londrina: Santuário Tabor Esmagadora da Serpente, localizado na Rua Goiás, 830, no Centro;
  • Jacarezinho: Santuário Tabor Fundamento de Schoenstatt, localizado na Rua Professora Aurea Denck, s/n, no bairro Vila Prestes;
  • Guarapuava: Santuário Mariano de Schoenstatt – Tabor das Vocações, localizado na Rodovia PR-170, km 6, no bairro Boqueirão;
  • Maringá: Santuário de Schoenstatt de Maringá, localizado na Avenida Pioneiro Antônio Fernandes Maciel, 1365, no bairro Jardim Paraiso;
  • Cornélio Procópio: Santuário Mariano de Schoenstatt – Tabor Fidelidade, localizado na Rua Padre Kentenich, 147, no Centro.
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Os santuários também passam a integrar o Roteiro Oficial de Turismo Religioso do Paraná. A lei também determina que novos templos sejam incluídos automaticamente na rota, acompanhando o crescimento do movimento.