DNA reforça chance de garoto ser o refém das Farc

Exames de DNA apontam que existe uma "grande possibilidade" de que o menino de três anos vivendo num orfanato em Bogotá seja o filho de uma mulher mantida refém pelas guerrilhas das Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc), afirmou um oficial do escritório da procuradoria-geral da Colômbia. O presidente colombiano, Alvaro Uribe, havia levantado a hipótese de que Emmanuel já estava na verdade há anos no orfanato.

O garoto tem aproximadamente três anos e nasceu em cativeiro. Ele é filho de Clara Rojas – assessora da ex-candidata presidencial Ingrid Betancourt – e de um guerrilheiro. Além da mãe, seqüestrada em 2002, e Emmanuel, também seria libertada na semana passada a deputada Consuelo González de Perdomo, refém desde 2001. No entanto, a operação de resgate organizada pelo governo da Venezuela fracassou porque a guerrilha alegou que supostos movimentos militares de tropas colombianas na região inviabilizavam a ação.

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