Para FHC, turbulência no mercado é passageira

Apesar da preocupação com a manutenção do nervosismo do mercado e do crescimento do risco Brasil, o presidente Fernando Henrique Cardoso e seus principais auxiliares preferiram não se pronunciar oficialmente sobre os problemas do terceiro dia consecutivo de alta do dólar e queda nas bolsas.

Auxiliares do presidente consideraram ?um exagero? falar em ataque especulativo ao Brasil e faziam questão de ressaltar que a cotação do dólar ainda não atingiu os níveis do final do ano passado, quando havia atingido R$ 2,80. Todos insistem que é preciso que se lembre que o câmbio é livre no País e que o governo manterá a política em curso.

O presidente está acompanhando atentamente o comportamento do mercado, mas preferiu deixar que a questão fosse conduzida diretamente pelo presidente do Banco Central, Armínio Fraga, e o ministro da Fazenda, Pedro Malan.

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