Curitiba disponibiliza diferentes serviços públicos gratuitos para pessoas em situação de dependência química que buscam tratamento e reinserção social.

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Familiares e pessoas com vínculos familiares podem buscar orientação nos Creas (centros regionais de atendimento especializado) ou nas unidades municipais de saúde.

Entre janeiro e meados de maio, 411 pessoas passaram pelo Centro Intersetorial de Atendimento à População em Situação de Rua, sendo que 129 aceitaram voluntariamente ir para Comunidades Terapêuticas Acolhedoras (CTAs), segundo o Departamento de Políticas sobre Drogas da Secretaria Municipal de Desenvolvimento Humano.

O Centro Intersetorial funciona próximo à Rodoferroviária e atende às terças-feiras, das 8h às 12h, e às quintas-feiras, das 13h às 17h. No local, equipes técnicas da Fundação de Ação Social, Secretaria Municipal da Saúde e Secretaria de Desenvolvimento Humano orientam os interessados sobre as vagas de tratamento disponíveis na rede municipal.

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Quem opta pelo acolhimento em CTA passa por exames médicos e vacinação antes da transferência para uma das comunidades credenciadas. O tratamento dura de 6 a 9 meses e inclui acomodação, alimentação, acompanhamento psicossocial e atividades físicas, lúdicas e culturais. A permanência é sempre voluntária.

Em casos graves, quando a pessoa representa ameaça para si ou terceiros, pode ocorrer internação involuntária por ordem médica emergencial ou internação compulsória por determinação judicial. As informações são da Prefeitura de Curitiba.

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Além das CTAs, a prefeitura oferece unidade de acolhimento temporário que funciona como hotel social por até 6 meses, onde os hóspedes recebem apoio para buscar emprego e fazer cursos profissionalizantes. O Consultório na Rua circula pela cidade fazendo abordagens, e o Base (Bem-estar, Apoio, Solidariedade e Emprego) oferece atendimento da FAS, Saúde e Sistema Nacional de Emprego.