A aeronave de pequeno porte, que se envolveu no acidente na tarde desta sexta-feira (18) em Colombo, pode ficar até dois isolada no local para ser desmontada e removida, de acordo com informações da Polícia Militar. Segundo o tenente da Polícia Militar, Raphael Gumbowsky, o combustível que está na asa do avião está sendo escoado para o solo. O Instituto Água e Terra (IAT), do governo do estado, alerta para o risco de contaminação de água e solo da região.

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O avião que se envolveu no acidente é de propriedade da Escola Paranaense de Aviação (EPA). Sobre a possibilidade de contaminação do solo, o comandante da EPA Paulo Spayer informou que a escola irá tomar todos os cuidados possíveis com o combustível remanescente da aeronave, que é de aproximadamente 30 litros. “A EPA é comprometida com a sustentabilidade e cumpre todas as normas ambientais”, explicou.

Em nota, o IAT informou que não foi oficialmente comunicado sobre o acidente pelos órgãos que atenderam a ocorrência. Mas, ao ficar sabendo, uma equipe se deslocou para o local do acidente para realizar uma análise dos procedimentos a serem tomados.

O IAT reforçou que “é de grande periculosidade deixar a aeronave da forma que está, com vazamento de óleo, pelo perigo de contaminação do solo e da água”. O órgão deve emitir informações sobre os riscos ao meio ambiente após uma análise técnica da região.

Vistoria do Cenipa

A escola de aviação informou em nota que a aeronave será retirada do local e passará por vistoria pelo Cenipa (Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos) para investigação das causas do acidente.

A EPA disse ainda que mantém uma rigorosa manutenção das aeronaves e que possui compromisso com a segurança de voo, incluindo constantes avaliações dos padrões de seus instrutores.