Libertados no Rio seis suspeitos de seqüestrar Priscila Belfort

Os seis homens detidos sob a acusação de terem participado do seqüestro e suposta morte da estudante Priscila Belfort, irmã do lutador Vitor Belfort, foram libertados nesta segunda-feira (3). Eles estavam presos com base no depoimento de Elaine Silva, que confessou a participação no seqüestro. Na sexta-feira, no entanto, Elaine mudou sua versão e retirou a queixa contra os homens.

De acordo com o delegado Anestor Magalhães, da 75.ª Delegacia de Polícia (Rio do Ouro), no Rio de Janeiro, explicou que o depoimento inicial de Elaine perdeu a credibilidade depois que a operadora de telefonia celular entregou à polícia o registro das ligações que Elaine fez à época do crime – Priscila desapareceu em 9 de janeiro de 2004. Não constava nenhum telefonema para a estudante. Elaine havia dito à polícia que ligou para Priscila, marcou um encontro, e teria servido, assim, de isca para o seqüestro.

Magalhães informou que Elaine permanecerá presa. Ele aguarda autorização judicial para que ela seja submetida a exame de sanidade mental. Se isso ocorrer, Elaine será internada no Manicômio Judiciário e passará por exames diários durante 45 dias.

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