A Petrobras vai vender uma gasolina mais eficiente a partir de agosto com a mesma qualidade encontrada na Europa e nos Estados Unidos, mas com um preço mais caro. A estatal, no entanto, afirma que a eficiência no consumo deve ser vantajosa para o consumidor.

A diretora de refino e gás natural da Petrobras, Anelise Lara, afirmou que a política de preço de paridade de importação deve tornar a nova gasolina mais cara em relação a atual. “O preço de paridade vai ser um pouco mais elevado, mas isso vai ser compensado, porque ela será mais eficiente. Em termos finais de custo, acreditamos que será mais positivo [para o consumidor], porque poderá rodar mais com menos”, disse.

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As refinarias da Petrobras já estão preparadas para atender a nova regulamentação da qualidade da gasolina, aprovada em janeiro pela Agência Nacional do Petróleo (ANP). A adoção da nova gasolina tem o objetivo de gerar um consumo menor de combustível e também gerar menos riscos aos motores. De acordo com a Resolução ANP 807/20, a venda da nova gasolina será em duas fases: a primeira em agosto de 2020 e a segunda em janeiro de 2022.


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