Começa, no próximo sábado (21), a 14ª edição da Bienal Internacional de Arte Contemporânea de Curitiba, que acontece em alguns espaços culturais da cidade, como Museu Oscar Niemeyer (MON), no Centro Cívico. Com curadoria do espanhol Adolfo Montejo Navas e pela brasileira residente em Berlim (Alemanha) Tereza de Arruda, a edição tem como título “Fronteiras em Aberto”, colocando o tema “fronteira” em discussão.

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Com uma intensa programação até o dia 1º de março de 2020, a proposta temática é um diálogo com a nova situação de ‘refronteiras’ e ‘desfronteiras’ do mundo atual, com a desconstrução das noções de fronteiras físicas e as transformações que elas sofrem no decorrer do tempo a partir das relações mutantes entre sujeito e espaço, procurando uma nova cartografia simbólica, de novos sinais.

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Fora de Curitiba, a Bienal amplia ainda mais suas sedes com exposições em outras cidades do Paraná e do Brasil, como Florianópolis (SC) e Brasília (DF). Em Brasília, uma exposição será inaugurada no dia 13 de novembro de 2019, no Palácio Itamaraty (sede do Ministério das Relações Exteriores do Governo Federal), integrando a 11ª Cúpula do BRICS, que este ano será sediada no Brasil, com a presença de Chefes de Estado e Chefes de Governo. A programação geral contemplará a participação de artistas dos cinco continentes, com destaque para artistas de países membros do BRICS (Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul).

Além da programação no Brasil, a Bienal prevê a organização de mostras de arte contemporânea em outros países, a partir de cooperações com instituições internacionais. Na América do Sul, Argentina, Paraguai e Uruguai; na Europa, França, Suíça e Rússia.

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