Quando começou a temporada no Paraná Clube, a dúvida era como o então treinador Dado Cavalcanti iria lidar com dois laterais experientes na direita. Passada a primeira metade do ano, sabe-se que Éder Sciola não só saiu na frente de Sueliton como se afirmou como um dos líderes do elenco, com regularidade em campo e de extrema confiança para os técnicos – antes Dado, agora Matheus Costa. Com isso, ele virou o ‘homem de ferro’ do Tricolor, um dos jogadores com mais partidas em 2019.

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Ausente em apenas dois dos 21 jogos da temporada (um por lesão, outro por opção), Éder só não atuou mais do que Jenison, que participou de todas as partidas do Paraná. A vantagem do lateral-direito é que ele foi titular em todas as vezes que entrou em campo, diferente do camisa 9, que foi reserva em duas oportunidades. Neste 100% de aproveitamento, Sciola atuou em 1689 minutos em 19 jogos – média de 89 minutos por partida. Como comparação, Jenison tem média de 82 minutos por partida.

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Acima da sequência em campo, é a influência de Éder Sciola que impressiona. Ele foi homem de confiança de Dado Cavalcanti, e é da mesma forma com Matheus Costa. Apesar de não usar a braçadeira de capitão durante a Série B do Campeonato Brasileiro – função ocupada por Itaqui ou por Thiago Rodrigues – o lateral de 33 anos é uma das vozes mais ouvidas na Vila Capanema.

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Um dos mais experientes do elenco, Éder também tem conhecimento da Série B – já defendeu Sampaio Corrêa e Brasil de Pelotas nesta competição. E essa rodagem pode ser decisiva na sequência da competição. “Eu sei da minha capacidade, mas o time todo contribui. Conforme as vitórias vão vindo, os jogadores se soltam mais e as coisas se encaixam melhor”, disse o jogador.