Quero abrir a sétima edição da Sessão Quarentena agradecendo à mensagem do Valdir. Ele mandou um ‘zap’ falando sobre o episódio passado, quando lembrei alguns dos mestres da imprensa paranaense. Valdir, o que você disse é muito importante – temos que recordar esses grandes personagens. Foi o que também falei aos queridos Marcelo e Miguel Calluf, filhos do Munir Calluf. Pela memória e pela história de tantos é que estamos aqui. E isso precisa ser valorizado.

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Imagine então quando citamos momentos que estão na memória dos torcedores. Esse é o foco desta Sessão Quarentena. Vamos ver como grandes conquistas de Athletico, Coritiba e Paraná Clube foram relatadas no calor do momento pelos repórteres – ou, em três momentos específicos, em reportagens especiais apresentadas há alguns anos.

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Além dos mestres da imprensa, a Sessão Quarentena já mostrou jogos dos nossos times na íntegrahomenageou o aniversário de Cléber Machadolembrou dos Gols do Fantástico, dos programas de TV locais e dos grandes narradores de rádio. E agora é hora de levantar as taças!

Athletico campeão brasileiro

Apesar de toda a emoção dos últimos dois anos, a maior marca da história do Athletico segue sendo o título brasileiro de 2001. Um troféu conquistado com quatro vitórias no mata-mata, incluindo as duas na final sobre o São Caetano. Recorde a matéria especial de Eric Faria exibida no Esporte Espetacular, com entrevistas de Geninho, Alex Mineiro e Kléber.

Coritiba hexacampeão

A conquista mais antiga recordada aqui é o hexacampeonato paranaense do Coritiba, de 1971 a 1976. Foi a maior sequência do profissionalismo – mas, na era amadora, o Britânia teve façanha igual. Infelizmente há pouco (para não dizer nada) de registro em vídeo desse período, e por isso a melhor forma de lembrar dessa história é vendo esse especial produzido pelos Helênicos.

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O primeiro título do Paraná

A primeira vez a gente nunca esquece, já diria Washington Olivetto. E por isso vamos relembrar aqui o campeonato paranaense de 1991. O Paraná Clube levantou a taça no Couto Pereira, e o herói foi Ednelson, um lateral que simbolizou como poucos a raça tricolor. As matérias do Globo Esporte são de Ney Hamilton e de Gil Rocha, que eu apelidei de ‘enviado especial ao passado‘ nos tempos de ÓTV Esporte.

Furacão campeão da Seletiva

Em 1999, a CBF decidiu dar uma vaga na Libertadores aos times que ficaram fora do mata-mata do Brasileirão. E o Athletico aproveitou a chance para conquistar o torneio e ir pela primeira vez pra principal competição interclubes do continente. A final foi contra o Cruzeiro, e no jogo de ida deu Furacão por 3×0. Os gols da vitória são narrados por Carlos Alberto no SporTV News. E a reportagem é do Rubens Pozzi no Globo Esporte.

Coxa campeão brasileiro

O título do Coritiba na Taça de Ouro de 1985 foi marcante e foi construído em cima da competência de Ênio Andrade e no comprometimento dos jogadores. Quando se completaram 30 anos da conquista alviverde, o Esporte Espetacular fez uma matéria especial, reunindo pela primeira vez Rafael Cammarotta e Ado, o ponto do Bangu que errou na decisão por pênaltis. A reportagem é de Renato Ribeiro, hoje diretor de Esporte da Globo.

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Tricolor pentacampeão

A hegemonia do Paraná Clube nos anos 1990 entrou pra história do futebol paranaense. De 1993 a 1997, só deu Tricolor no campeonato estadual. O pentacampeonato foi conquistado em uma vitória sobre o União Bandeirante na Vila Capanema. Nosso saudoso Caio Júnior foi o dono daquele jogo. Reveja a matéria do Mesa Redonda, feita pelo Dorival Chrispim, com direito à narração de Fernando Gomes.

Athletico campeão paranaense de 1990

Uma taça guardada com muito carinho pela torcida do Athletico. Numa das mais dramáticas decisões do Campeonato Paranaense, um empate em 2×2 com o Coritiba no Couto Pereira deu o título ao Furacão. Uma tarde de glória de Dirceu, o carrasco, e de agonia para Berg, zagueiro alviverde. Quem conta essa história é Gil Rocha, em matéria do Globo Esporte.

Coritiba campeão paranaense de 2004

Outra grande decisão foi do Paranaense de 2004. Das que eu vi, a que tinha mais talentos em campo – Marinho, Marcão, Dagoberto, Ilan, Washington, Jadson, Fernandinho, Fernando Prass, Miranda, Adriano, Luís Mário, Aristizábal, Tuta… E a decisão de 1990 teve ‘sinal trocado‘ – o empate em 3×3 com o Athletico na Arena da Baixada deu o título para o Coritiba. A reportagem é de Rogério Tavares no Globo Esporte.

Paraná na Libertadores

Para o torcedor do Paraná Clube, foi um momento especial a disputa da Copa Libertadores de 2007. Foram dez partidas, entre a fase preliminar e as oitavas de final, em que emoção não faltou. E uma das vitórias daquela campanha foi sobre o Real Potosí, na Vila Capanema – inclusive a primeira vitória tricolor em casa na competição. A matéria é da Ana Tereza Motta no Tribuna no Esporte.


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