Às vésperas da estreia na Copa do Brasil 2020, nesta quarta-feira (12), contra o Manaus, na Arena Amazônia, o Coritiba projeta a competição como uma importante fonte de receita para a temporada.

Na previsão orçamentária coxa-branca, com a classificação pelo menos até a fase de oitavas de final, o clube poderia arrecadar entre R$ 3,6 milhões e R$ 5 milhões líquidos. O valor contabiliza, além das premiações (cerca de R$ 8 milhões até as oitavas), rendas variáveis dos jogos em casa, como bilheteria e vendas no estádio, já descontando todas as despesas.

“Essa é a previsão de receita líquida, o que sobraria limpo no caixa para o clube poder usar”, explica o vice-presidente Eduardo Bastos de Barros. “A Copa do Brasil é o torneio que melhor paga no Brasil. Todos procuram dar prioridade a ela. Para o Coritiba, o ano começa nesse jogo”, reforça o dirigente.

A quantia representaria um importante acréscimo ao caixa do clube, cobrindo, por exemplo, pelo menos um mês de folha salarial (entre R$ 3,5 milhões e R$ 4 milhões mensais).

Dinheiro que fez falta no ano passado, quando o time foi eliminado na primeira fase pelo modesto URT. “Tivemos uma perda de receita de aproximadamente R$ 3,5 milhões a R$ 4 milhões, pois além da premiação é necessário considerar também as bilheterias e seus reflexos em vendas de bebidas e comida no estádio, fluxo de sócios, pessoas na loja”, estima Bastos de Barros.

Somente pela participação na Copa do Brasil, o Coxa já recebeu R$ 950 mil. Se avançar à segunda fase, o clube garante mais R$ 1,03 milhão. Nesta edição, o campeão receberá, sem contar o valor acumulado do torneio, R$ 54 milhões.

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