Após duas vitórias consecutivas fora de casa e se recuperar no Campeonato Brasileiro, o Atlético tenta agora fazer as pazes com os triunfos na Arena da Baixada. Melhor mandante do Brasileirão de 2016, ao lado do Palmeiras, com apenas uma derrota em casa, desta vez o Furacão vem sofrendo em seus domínios, com um empate e duas derrotas. Por isso, nada melhor que um freguês para se recuperar.

O São Paulo, adversário desta quarta-feira (21), às 21h45, não ganha como visitante do Rubro-Negro desde 1982, quando fez 3×1, no Couto Pereira. No total, foram 26 confrontos, com 12 vitórias atleticanas, 12 empates e apenas duas derrotas (a outra foi em 1970, 2×0 também no Couto). Na Arena, o Atlético ainda está invicto contra o tricolor paulista, com 11 vitórias e cinco empates.

Retrospecto que anima a torcida do Furacão, mas não o elenco. Para o técnico Eduardo Baptista, cada jogo é diferente e de nada vai valer este tabu se após o jogo a equipe não conquistar o resultado positivo.

“Essa parte fica para o torcedor, para a mídia. Para nós, como profissionais, cada jogo é uma história. O São Paulo vem de uma derrota injusta, querendo se reabilitar. Temos que estar atentos a isso e fazer o nosso jogo. Com a vitória, fica valendo esse tabu. Antes disso, é pregar trabalho e concentrar no São Paulo”, afirmou o treinador.

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O volante Deivid, que apesar de ter sido revelado pelo clube em 2010 jogou enfrentou o São Paulo apenas uma vez na Arena (vitória por 1×0 em 2015), também reforçou que dentro de campo estes números não valem de nada se o Rubro-Negro não fizer a sua parte.

“Isso fica até antes da partida. Quando se inicia o jogo você sabe que é um novo recomeço, uma nova história e dentro desses 90 minutos temos que fazer uma nova história”, destacou ele.