Eleições 2026

Deputado mais votado do PR acusa esquerda de estratégia para anular eleição com prorrogação

Fotografia em primeiro plano do tipo retrato institucional de um parlamentar em plenário legislativo. Em primeiro plano, centralizado na imagem, destaca-se um homem de pele clara, cabelos castanho-escuros curtos levemente ondulados e penteados para trás, enquadrado do peito para cima e voltado de três quartos para a direita com olhar atento e expressão séria. Ele veste um terno preto, camisa social azul-clara e gravata azul-marinho com textura quadriculada. Na lapela direita do paletó há um pequeno broche redondo institucional com detalhe verde. No plano intermediário e ao fundo, desfocados pela pouca profundidade de campo, veem-se as bancadas de madeira do plenário e outros presentes na sessão sob iluminação amarelada de ambiente interno.
Chiquini é natural de Curitiba. Foto: Rodrigo Fonseca/CMC.

O deputado federal mais votado do Paraná, Jeffrey Chiquini (PL), criticou a decisão do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Cristiano Zanin, para prorrogar o período de eleição em todo o Brasil.

Em um primeiro momento, ele afirmou que a decisão foi uma estratégia da “esquerda” para anular a eleição caso o candidato à reeleição, Luiz Inácio Lula da Silva (PT), perca.

O problema, segundo ele, é que diversos locais já tinham encerrado a votação e que a decisão foi tomada após as 17h. “A única forma de ‘reabrir’ a votação seria permitir votos em cédulas de papel, para os retardatários”, detalha.

Uma hora atrás, entretanto, o deputado postou um vídeo nos stories de seu Instagram, afirmando que “a princípio a situação estava resolvida”. Ele se referia à decisão do presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Kássio Nunes Marques, que definia que as seções que ainda estivessem com urnas abertas, estariam prorrogadas até 19h. As urnas fechadas não seriam reabertas.

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