Douglas Aelcio Souza Pinto, 26 anos, deve sentar no banco dos réus na manhã desta quarta-feira (19). Douglas é acusado de assassinar a facadas o jovem Bruno Leonardo Santos Pampuch, 26 anos, no dia 20 de agosto de 2015, no Centro de Curitiba. O júri popular de Douglas está marcado para às 9h30 no Tribunal do Júri de Curitiba, que fica no bairro Centro Cívico. O julgamento chegou a ser iniciado no dia 23 de abril deste ano, já tinha transcorrido uma hora e meia de sessão. Mas por causa de um tumulto no plenário, gerado por advogados, foi cancelado e remarcado.

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O assassinato de Bruno aconteceu dentro de um apartamento da Rua José Loureiro. Conforme apurações da Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) na época, Douglas (o assassino), uma moça e um terceiro rapaz, que não tiveram os nomes divulgados, dividiam o aluguel deste apartamento e seriam garotos de programa.

Como a jovem começou a levar pessoas que usavam entorpecentes ao local, os dois rapazes decidiram deixar a residência. Antes de ir embora, conforme a DHPP, Douglas quis cobrar uma dívida da moça e furtou dinheiro dela. Por isso, foi agredido por amigos dela – um deles seria Bruno.

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Depois, para se vingar, Douglas voltou ao apartamento com o intuito de assassinar a moça. Mas, como ela se trancou no banheiro e Douglas não conseguiu chegar nela, assassinou Bruno, que estava num dos quartos no momento. Bruno foi morto com vários golpes de faca.

Fuga

Douglas tinha uma passagem comprada para o Pará no dia seguinte ao crime. Quando a polícia começou a investigar e descobriu a autoria do homicídio, Douglas já estava em viagem. Então a DHPP entrou em contato com a Polícia Civil de Brasília, onde o rapaz faria uma escala. Douglas foi preso na capital federal com pertences de Bruno na bagagem (notebook, celular e skate).

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A família de Bruno está esperançosa da condenação de Douglas neste julgamento. “Minha vida não mudou. Por que eu estou viva. Lógico que minha vida não vai mudar. Quem me conhece, sabe que eu sou uma pessoa feliz. Só que eu tenho uma ferida muito grande, uma cicatriz gigante. E cada vez que tenho que mexer com isso, meu emocional fica muito abalado”, diz a mãe do rapaz assassinado, Denise Cordeiro Costa.

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