O coordenador do Gaeco, Leonir Batisti, afirmou que a investigação que culminou na prisão do ex-governador Beto Richa (PSDB) e seus aliados começou em maio, quando Tony Garcia procurou o Ministério Público. “Ao contrário do que alardearam, não estamos investigando há quatro anos e teríamos segurado para posteriormente usar no momento eleitoral. Quero deixar muito claro que não aconteceu. Os fatos aconteceram a partir de maio”, afirmou.
“Reafirmamos que a legislação não impede. Somos pagos pela sociedade para fazer isso que estamos tentando fazer. Paradoxo é que algumas pessoas achem que temos que parar para depois. Jamais me prestaria a tal condição, iniciar alguma operação, ou buscar deliberadamente alguma investigação contra o partido verde, amarelo, azul”, disse, em frente à sede do Gaeco, onde alguns dos presos prestavam depoimento.
Em depoimento, na manhã desta sexta-feira (14), o tucano preferiu permanecer calado a respeito das acusações que pesam sobre sua pessoa. Ainda assim, Batisti diz que há provas inegáveis contra o ex-governador. “Os investigados têm a possibilidade legal de não falar nada, de contar a mesma versão, é um direito”, disse. “O Pepe Richa não disse nada, outras pessoas admitiram algumas coisas que a rigor não é possível negar e acrescentaram algumas informações. Não temos como detalhar nesse momento”.

Beto e Fernanda deixam sede do Gaeco após depoimento tentando esconder o rosto. Foto: Alexandre Mazzo / Gazeta do Povo
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“Algumas pessoas têm como esporte criticar o Ministério Público, inclusive pessoas de alta representatividade na República. Nós, quando avaliamos a circunstância, sabemos que haverá repostas. Tudo o que fazemos, fazemos determinados dentro da legalidade absoluta. Não tem partido, não tem cor. Ruim que tenha sido nesse momento, mas fizemos tudo o que podemos enquanto promotores”, apontou.
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Andamento dos depoimentos
O Gaeco não adiantou se deve pedir nova prisão dos investigados e não adiantou quando Joel Malucelli deve depor. “Estamos recebendo a cada momento novas informações, para avaliar qual é o próximo passo”, informou Leonir. Ele também confirmou que os empresários presos são investigados por fraudar a licitação do programa Patrulha no Campo.
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11 Comentários em "Coordenador do Gaeco diz que há provas inegáveis contra Beto Richa"
tico tico solto…..kkkkkkkkk…os chupins estão em festa…..kkkkkk…só depende de nós, povo paranaense…temos de tirar esse lixo do fóro privilegiado, ou seremos os maiores palhaços da nação….s r n do maior….
Ai no STJ atraves do maior safado deste pais ( gilmar mendes) manda soltar……daqui pouco menos de 1 mes o Richa se elege senador e ganha novamente FORO PRIVELIGIADO…..e ai oque aconteçe ???? o processo começa do Zero… EITA MEU BRASIL !!!!!!
No portal G1 Celso Frare já ta até devolvendo grana do esquema.
A casa caiu.
Prorroga o pedido por mais 5 dias.
Tem que buscar informações.
Tem amiguinho disputando e querendo a cadeira que ele estava quando lesou o povo paranaense.
Tem amiguinho querendo “romper” as relações que até ontem eram muito próximas.
Só elogiando para o comentário ser aceito.