Uma ação da Polícia Militar do Paraná (PMPR), realizada na noite desta terça-feira (23), resultou na recuperação do restante das joias roubadas de uma joalheria no Shopping Crystal, em Curitiba. Parte das peças já havia sido devolvida por uma moradora que as encontrou nas proximidades da Praça Oswaldo Cruz e reconheceu, pelas notícias divulgadas na imprensa, que pertenciam à Camilo Joalheiros.

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A Agência Local de Inteligência (ALI) do 12º Batalhão da Polícia Militar (12º BPM) identificou o local onde os objetos estavam escondidos. Com base nas informações levantadas, equipes da Rondas Ostensivas Tático Móvel (Rotam) localizaram uma mulher que confirmou estar com as joias e indicou onde havia guardado as peças.

As peças estavam escondidas dentro de sacos confeccionados para simular o enchimento de travesseiros. No local, os policiais recuperaram 28 pares de brincos, 32 anéis, 26 colares e correntes, 28 pingentes, 20 pulseiras e apreenderam um aparelho celular.

Em seguida, a polícia encaminhou todo o material à Delegacia de Furtos e Roubos de Curitiba, da Polícia Civil do Paraná (PCPR). Embora as equipes de investigação já tenham identificado os autores do assalto, ainda não os prenderam.

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Até o momento, a polícia conduziu apenas uma pessoa à delegacia para prestar esclarecimentos, mas a liberou por não ter participação direta no crime.

Suspeito fingiu ser cliente antes do assalto

O roubo ocorreu na tarde de segunda-feira (22). Segundo as investigações, um dos criminosos entrou na joalheria se passando por cliente interessado na compra de uma joia para presentear a mãe. Enquanto isso, um segundo homem entrou com uma arma de fogo no estabelecimento e rendeu as funcionárias.

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Durante a fuga, os assaltantes fizeram uma funcionária refém e a obrigaram a acompanhá-los até a saída do shopping. Após liberarem a vítima, os suspeitos deixaram o local em um carro preto, abandonado pouco depois na Avenida Iguaçu.

Imagens de câmeras de segurança registraram o momento em que os suspeitos obrigam uma atendente a colocar dinheiro em sacos brancos. Além das peças expostas nas vitrines, os criminosos também recolheram produtos armazenados no estoque da loja.