A inflação medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) ficou em 0,14% em junho e acumula 4,33% nos últimos 12 meses. O indicador serve de base para o cálculo de reajustes salariais de diversas categorias profissionais no país.

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As informações são da Agência Brasil.

O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgou os dados nesta sexta-feira (10). Os produtos alimentícios ficaram mais baratos em junho, com deflação de 0,29% em média. Já os não alimentícios subiram 0,28%.

O INPC apura a inflação para famílias com renda de um a cinco salários mínimos. Atualmente o mínimo é de R$ 1.621. O índice influencia diretamente o reajuste de salários ao longo do ano.

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O salário mínimo, por exemplo, usa o dado de novembro no cálculo. O seguro-desemprego, o teto do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) e os benefícios acima do mínimo são reajustados com base no INPC acumulado até dezembro.

No INPC, os alimentos representam cerca de 25% do índice. As famílias de menor renda gastam proporcionalmente mais com comida. O IBGE apura preços de 367 produtos e serviços para calcular o indicador.

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A coleta de preços é feita em dez regiões metropolitanas: Belém, Fortaleza, Recife, Salvador, Belo Horizonte, Vitória, Rio de Janeiro, São Paulo, Curitiba e Porto Alegre. Também são coletados dados em Brasília, Goiânia, Campo Grande, Rio Branco, São Luís e Aracaju.