Economia

Inflação usada para reajuste salarial acumula 4,33% em 12 meses

Ilustração sobre economia e finanças com a logo da Tribuna do Paraná no canto superior esquerdo. A imagem mostra moedas empilhadas, uma calculadora, cédulas de real, gráficos financeiros, indicadores de crescimento e um caderno com relatórios. Ao fundo, aparece um prédio institucional desfocado com a bandeira do Brasil, simbolizando decisões econômicas, mercado financeiro, impostos, programas governamentais e economia popular. Design clean, moderno e voltado para conteúdos de notícias econômicas.
Decisões econômicas, inflação e mercado: entenda como os rumos da economia afetam o seu dia a dia. Foto: Imagem criada com IA.

A inflação medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) ficou em 0,14% em junho e acumula 4,33% nos últimos 12 meses. O indicador serve de base para o cálculo de reajustes salariais de diversas categorias profissionais no país.

As informações são da Agência Brasil.

O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgou os dados nesta sexta-feira (10). Os produtos alimentícios ficaram mais baratos em junho, com deflação de 0,29% em média. Já os não alimentícios subiram 0,28%.

O INPC apura a inflação para famílias com renda de um a cinco salários mínimos. Atualmente o mínimo é de R$ 1.621. O índice influencia diretamente o reajuste de salários ao longo do ano.

O salário mínimo, por exemplo, usa o dado de novembro no cálculo. O seguro-desemprego, o teto do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) e os benefícios acima do mínimo são reajustados com base no INPC acumulado até dezembro.

No INPC, os alimentos representam cerca de 25% do índice. As famílias de menor renda gastam proporcionalmente mais com comida. O IBGE apura preços de 367 produtos e serviços para calcular o indicador.

A coleta de preços é feita em dez regiões metropolitanas: Belém, Fortaleza, Recife, Salvador, Belo Horizonte, Vitória, Rio de Janeiro, São Paulo, Curitiba e Porto Alegre. Também são coletados dados em Brasília, Goiânia, Campo Grande, Rio Branco, São Luís e Aracaju.

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