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Curitiba e Região

Manifestação

‘Tsunami da educação’ marca dia de protestos contra ações de Bolsonaro na educação

  • Por Gazeta do Povo
Foto: Arquivo / Marcelo Andrade / Gazeta do Povo

O programa apresentado pelo governo de Jair Bolsonaro (PSL) que pretende vincular o custeio das universidades federais à captação de recursos privados enfrentará seu primeiro protesto em Curitiba nesta terça-feira (13). O ato será em frente ao prédio histórico da Universidade Federal do Paraná (UFPR), na Praça Santos Andrade, no Centro. A concentração começa às 16h30, e o protesto, às 18h30. Uma caminhada será realizada da praça até a Boca Maldita.

A programação contempla uma assembleia no pátio da Reitoria da UFPR às 15h30 para debater a essência do programa do governo federal. Também será colocado em pauta o contingenciamento de 30% no orçamento não obrigatório das universidades públicas mantido pela União. A UFPR afirma que, se a decisão não for revertida, a verba em caixa será suficiente para manter atividades da instituição só até setembro deste ano.

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Após a assembleia, os participantes seguirão para o ato na Praça Santos Andrade, onde haverá discursos. A caminhada está marcada para começar entre 18h30 e 19h, e parte da praça em direção à Boca Maldita. O trajeto inclui as ruas João Negrão e Marechal Deodoro.

O interior do estado também terá atos semelhantes. Estão agendados encontros em Cornélio Procópio e Cascavel, onde há unidades da Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTPFR) e do Instituto Federal do Paraná (IFPR).

Por causa dos protestos, o dia será de paralisação na UFPR. “Tanto os professores como os servidores técnicos deliberaram, em assembleias de cada uma das categorias na semana passada, pela paralisação das atividades para que a gente possa fazer os atos ao longo do dia”, explicou Daniel Mittelbach, coordenador-geral do Sinditest-PR, que representa os trabalhadores das instituições federais do estado.

Iniciativa privada

Na versão do Ministério da Educação (MEC), o programa Future-se, apresentado à população no último dia 17 de julho, vai garantir a autonomia na gestão das universidades e institutos federais. O governo sustenta que a aproximação entre universidades públicas e iniciativa privada se justifica sobretudo nas áreas de ciência e tecnologia.

Por outro lado, universidades ressaltam que o projeto coloca em risco a autonomia universitária e a estabilidade dos docentes ao retomar a obrigação de avaliações de desempenho e a possibilidade de redução dos salários dos professores. Outro impasse apontado pelas instituições são os contratos de gestão que colocariam organizações sociais (OSs) com agentes do novo modelo.

“Não sabemos até hoje qual o modelo de Organização Social que está com a proposta do Governo Federal. São as organizações como a Ebserh [Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares]? São organizações sociais com a criação dos institutos e cada um dos setores específicos vai ser uma organização autônoma e a universidade sendo estabelecida com contrato de gestão? São parcerias público-privadas? Não se tem clareza”, argumentou o secretário-geral da APUFPR Paulo Opuszka em vídeo publicado pela entidade.

O Future-se ainda está em fase de audiência pública. As contribuições serão recebidas até 15 de agosto na plataforma do programa.

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5 Comentários em "‘Tsunami da educação’ marca dia de protestos contra ações de Bolsonaro na educação"


Kevin Mamar
Kevin Mamar
7 dias 20 horas atrás

Melhor fazer igual ao PT que deu estudo para todos e não lhes ofereceu emprego para exercer sua profissão. São inúmeros diplomados tendo que se virar nos 30 fazendo bicos por aí para não morrer de fome, ou estão em casa coçando sendo bancados pelos pais.

Roberson  Andrade Guimarães
Roberson Andrade Guimarães
7 dias 21 horas atrás

Mais uma piada do gado da esquerda. Não querem iniciativa privada, pois não terão como roubar e serão obrigados a mostrar resultados, senão perderão investimentos. Quem paga as faculdades, nós trabalhadores, queremos resultados ou fechem esta porcaria. Agora é Bolsonaro aproveitadores, a teta secou.

jonas prates
jonas prates
7 dias 21 horas atrás

um bando de kh dos, que nunca fizeram nada! muitos idiotas ali, está ha quase uma decada nos seus cursos, dando prejuizo irrecuperavel à sociedade! agora, manipulados pela patética e ladra esquerda, dizem que 6 meses do novo governo, acabou com as universidades! VSF

Ricardo Ferreira
Ricardo Ferreira
7 dias 22 horas atrás

Bando de acéfalos,massa de manobra da esquerdalha,dos reitores e professores universitários que ganham até 20 mil por mês para dar 8 horas de aulas semanais! Enquanto um professor do ensino fundamental trabalha 20 horas semanais por míseros 2 conto! Vão lá protestar, comedores de capim!

MAIOR DO ESTADO
MAIOR DO ESTADO
7 dias 23 horas atrás

vai ter protestos contra o maior orçamento pra educação da história????

ou vão protestar contra o governador petista do ceará que cortou 23% do orçamento das universidades estaduais???

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