Curitiba pode ganhar três novas creches distribuídas em dois bairros da capital. As unidades serão instaladas no Sítio Cercado e no Campo de Santana, com capacidade total para atender 560 crianças de 0 a 5 anos.
No Sítio Cercado, o CMEI I será construído na Rua Mandirituba, nº 2.660, com capacidade para 120 crianças. As outras duas unidades ficarão no Campo de Santana: uma na Estrada Delegado Bruno de Almeida, nº 8.170, e outra na Rua Melânia Zeni Visinoni, nº 340. Cada uma poderá receber 220 crianças.
Para tirar os projetos do papel, a Prefeitura de Curitiba precisa da aprovação de um crédito adicional especial de R$ 15,95 milhões.
Na proposta enviada à Câmara Municipal de Curitiba (CMC), o prefeito Eduardo Pimentel (PSD) afirma que a construção das unidades busca ampliar a oferta de vagas na educação infantil e reduzir a fila de espera da rede municipal. A escolha dos locais considera a demanda identificada por atendimento nessas regiões.
Do total previsto, R$ 3,41 milhões serão destinados à construção da unidade do Sítio Cercado. Para cada CMEI do Campo de Santana, estão previstos R$ 6,26 milhões. Os valores serão utilizados para cobrir as despesas com as obras, conforme a distribuição apresentada no projeto de lei.
Os recursos virão do Fundo Municipal para a Criança e o Adolescente (FMCA), por meio de verba vinculada ao Fundo Estadual para a Infância e a Adolescência (FIA/PR). Segundo a prefeitura, o crédito será aberto com base no excesso de arrecadação previsto nesta fonte de recursos.
A proposta também inclui a construção dos CMEIs no planejamento orçamentário municipal. O projeto estabelece a construção das três unidades como meta física e inclui a iniciativa no programa Curitiba que Acolhe, previsto no Plano Plurianual de 2026 a 2029.
Quando as novas creches podem ser construídas?
Para viabilizar a destinação dos recursos, o projeto de lei precisa ser analisado e aprovado pelos vereadores. O primeiro turno da votação estava previsto para esta segunda-feira (19), mas foi adiado.
Caso seja aprovado e sancionado, a lei entrará em vigor na data de sua publicação. A liberação orçamentária, porém, não significa que as obras começarão imediatamente. A execução dependerá das etapas administrativas posteriores.
