Mil e quinhentos quilos de feijão estão sendo distribuídos em uma manifestação de trabalhadores contra o anúncio de paralisação das atividades na Fábrica de Fertilizantes Nitrogenados (Fafen), em Araucária, região metropolitana de Curitiba. Segundo os organizadores, o ato “Arroz e feijão mais caros – contra o fechamento da Fafen-PR” quer mostrar os impactos da paralisação da unidade.

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“A distribuição de feijão tem um grande peso simbólico. Trata-se de uma cultura que usa bastante fertilizantes nitrogenados e de um produto importantíssimo na alimentação do povo brasileiro, junto com o arroz. Ele representa a energia do brasileiro”, explica o diretor da Federação Única dos Petroleiros  (FUP), Gerson Castellano. A paralisação na Fafen-PR vai gerar a demissão de mil trabalhadores e afetar indiretamente empregos no comércio e outros serviços.

Ocupação

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Em protesto contra o fechamento da fábrica, trabalhadores da Fafen-PR estão se revezando numa ocupação na entrada da unidade desde a terça-feira da semana passada (21/1), que também vem recebendo seus familiares. Alguns trabalhadores estão acorrentados ao portão principal. Embora não impeçam o acesso à fábrica, os petroleiros estão convencendo outros trabalhadores a não atuarem na drenagem de produtos da Fafen-PR, ação crucial para a paralisação definitiva da planta.

A manifestação é promovida pelo Sindiquímica-PR com apoio da Federação Única dos Petroleiros (FUP).

Serviço

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Data: 29/1 (quarta-feira)

Horário: até 13h30

Local: Praça Vicente Machado – Araucária – PR