Em janeiro, 19 pessoas em situação de rua foram internadas involuntariamente em Curitiba, a maioria após atendimento em serviços de urgência. As internações seguem um novo protocolo da Prefeitura, estabelecido em dezembro de 2025, que atualiza os critérios para atuação em situações críticas.

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O trabalho é conduzido de forma intersetorial, envolvendo as secretarias de Saúde, Fundação de Ação Social (FAS) e Guarda Municipal. As internações ocorrem apenas em casos excepcionais, quando a pessoa coloca sua própria vida ou a de outros em risco.

A secretária municipal da Saúde, Tatiane Filipak, explica que o objetivo principal é a reinserção social. O processo inicia com a estabilização do paciente na Unidade de Estabilização Psiquiátrica (UEP), seguido de tratamento hospitalar ou em Centro de Atenção Psicossocial (CAPS), dependendo da evolução do quadro.

Após a alta hospitalar, o paciente continua sendo acompanhado pela Rede de Atenção Psicossocial da Prefeitura. A FAS busca a aproximação familiar, quando possível, e oferece alternativas de moradia temporária, capacitação profissional e encaminhamento para emprego.

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