Um catador de materiais recicláveis de 66 anos foi atropelado por um ônibus na noite desta sexta-feira (29) enquanto tentava atravessar a rua. O acidente aconteceu na Rua Alberto Twardowski, quase com a Avenida Prefeito Lothário Meissner, no Jardim Botânico, em Curitiba. O idoso, apesar do impacto e da forma com que a pancada aconteceu, foi socorrido sem risco de morte.

O acidente aconteceu por volta das 20h e um motorista que passou pelo local disse que viu praticamente tudo. “Eu vinha logo atrás, então vi um monte de papel voando e depois já vi o corpo do homem voando na frente do meu carro. Acredito que primeiro ele foi atropelado pelo ônibus e depois atingido por outro carro”, contou o rapaz, que ajudou a chamar o socorro.]

Carrinho do idoso ficou destruído. Foto: Lineu Filho/Tribuna do Paraná.
Carrinho do idoso ficou destruído. Foto: Lineu Filho/Tribuna do Paraná.

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Quando foi resgatado, o catador de materiais recicláveis tinha vários ferimentos e o socorro foi feito até mesmo com a ajuda do médico do Siate. Conforme o Nogaroli, o médico responsável pelo atendimento no local, o idoso não corria risco de morte. “O impacto foi grande nesse acidente, com muitos ferimentos no joelho, braço, perna e punho, mas felizmente não houve nada que colocasse esse cidadão em risco” disse o médico, reforçando que o idoso já tinha sido encaminhado ao hospital.

Alerta importante!

Conforme o relato do motorista do ônibus aos socorristas, ele não conseguiu parar ao ver que o catador de recicláveis se aproximava. Isso, inclusive, foi motivo de alerta por parte do médico, que está sempre lidando com situações muito parecidas e pediu que as pessoas tenham cuidado redobrado sempre.

“À noite, as pessoas se confundem e infelizmente precisa haver atenção. É preciso que as pessoas compreendam que os ônibus são grandes e têm muita dificuldade para parar”, alertou o médico.

Segundo o médico, nem sempre os motoristas dos ônibus aceleram muito os coletivos e, até mesmo quando estão devagar, é sempre muito complicado frear de uma vez. “Apesar de andarem a 30, 40, 60 quilômetros por hora, a dificuldade de parar instantaneamente é muito grande. E às vezes o ato de parar bruscamente traz mais danos a quem está dentro do ônibus do que a aquela pessoa que está na rua, por isso é importante que as pessoas também tenham muita atenção”.

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Foto: Lineu Filho/Tribuna do Paraná.
Foto: Lineu Filho/Tribuna do Paraná.

 

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