Rumores recentes que circularam nas redes sociais diziam que a casa do vampiro de Curitiba seria demolida, o que causou revolta entre os apreciadores da história local. A casa em questão fica no bairro Alto da Glória, nas esquinas das ruas Ubaldino do Amaral e Amintas de Barros.

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Talvez mais importante do que falar sobre a construção antiga e histórica, seja destacar de quem ela foi. A residência pertenceu ao escritor e advogado Dalton Trevisan, uma figura importante na literatura paranaense e brasileira.

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Como nunca gostou da exposição e das aparições públicas, o escritor atraiu a curiosidade e ficou conhecido como o ‘Vampiro de Curitiba’, mesmo nome que uma das obras dele carrega.

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Trevisan morou nessa casa por muitas décadas. Ele se mudou para um apartamento em 2021, onde vive aos 98 anos.

Procurada pela Tribuna, a Secretaria Municipal de Urbanismo de Curitiba (SMU) negou os boatos e afirmou que a edificação não será demolida. De acordo com a nota, a casa “é cadastrada como Unidade de Interesse de Preservação (UIP), o que impede sua demolição”.

No entanto, a Comissão de Avaliação do Patrimônio Cultural (CAPC) de Curitiba, aprovou a proposta de construção de um edifício no terreno, mas a SMU assegura que a casa será respeitada e que o espaço passará por restauração.

Entre as obras mais conhecidas de Trevisan estão: “O Vampiro de Curitiba”, “A Polaquinha”, “Ah, é?”, “A Guerra Conjugal”, “Arara Bêbada” e “Pico na Veia”.