A Polícia Civil do Paraná está no bairro Parolin desde o começo da manhã desta terça (07/10), cumprindo 12 mandados de busca e apreensão em casas e outros locais que já estavam na mira dos investigadores há um tempo.

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A operação tem um alvo bem definido: encontrar armas, munições, drogas e qualquer material que esteja ligado à criminalidade na região. A coisa é séria e bem articulada, tanto que a Polícia Civil não está sozinha nessa empreitada.

A Polícia Militar, a Guarda Municipal e até mesmo a Copel entraram na jogada. A companhia de energia, inclusive, está dando um suporte técnico super importante para remover câmeras de segurança que foram instaladas de forma irregular nas ruas. Essas câmeras, além de ilegais, representam um risco para a rede elétrica e para os próprios policiais durante a operação.

Segundo o delegado Osmar Antonio Dechiche, tudo começou após aquele episódio tenso de maio, quando o prédio do Tribunal Regional Eleitoral foi atingido por tiros durante uma briga entre facções que disputam o controle do tráfico na área.

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“O objetivo é retirar das ruas armas, drogas e equipamentos usados para monitorar a movimentação policial, desestruturando a atuação desses grupos e ampliando a sensação de segurança no bairro”, explicou o delegado.

Desde o incidente com o TRE, outras operações já foram realizadas no Parolin, intensificando o combate ao crime organizado por ali. As equipes continuam em campo e, pelo andar da carruagem, novas fases dessa investigação devem acontecer nas próximas semanas.

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