Mesmo depois da quarentena restritiva imposta pelo governo estadual, o número de contaminados e mortos pelo novo coronavírus, bem como o número de contaminados ativos, não diminuiu. Na sexta-feira a secretaria da saúde de Curitiba Márcia Uçulak afirmou que acidade segue em bandeira laranja de alerta contra a covid-19, mas que caminha para a bandeira vermelha, quando as restrições à circulação de pessoas e funcionamento do comércio pode ser bem radical.

Enquanto as pessoas que podem, mas não colaboram, continuarem com esse comportamento, a pandemia está cada dia mais longe de acabar.

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A população em geral segue confusa sobre o que abre e o que fecha neste final de semana, especialmente porque o decreto da bandeira laranja é diferente do que o decreto estadual da quarentena restritiva. As regras também variam entre dias de semana e final de semana (sábado e domingo).

Portanto, para não deixar dúvidas e baseado em informe da própria Prefeitura de Curitiba, para esclarecer, segue a relação e o tipo de restrição de cada atividade considerada essencial e não essencial.

NÃO PODEm ABRIR (nem sábado, nem domingo):

  • bares, casas noturnas e eventos em geral
  • shopping, galerias e centros comerciais (exceto serviços de delivery ou drive thru)
  • comércio de rua, como lojas de roupas, calçados, acessórios e outros não essenciais,
  • salão de beleza, serviços de estética e pet shop;
  • academias e locais de práticas esportivas;
  • parques;
  • igrejas e templos FECHADOS para cultos e celebrações presenciais. Podem abrir para transmissão de missas e cultos online, drive-in e assistência religiosa individual e serviços administrativos. (Veja mais sobre atividades religiosas no final do texto).

PODEM FUNCIONAR

  • farmácias, drogarias, laboratórios e serviços odontológicos e de saúde em geral;
  • mercados, supermercados, panificadoras e padarias;
  • lojas de alimentos como peixarias, açougues e frutarias;
  • restaurantes e lanchonetes, das 11h às 15h e das 15h às 22h;
  • call center e telemarketing;
  • escritórios, empresas de tecnologias e coworking (6 horas por dia);
  • postos de combustíveis e borracharias;
  • lojas de comunicação e telefonia;
  • serviços de delivery;
  • drive thru;
  • segurança e vigilância;
  • óticas;
  • casas de embalagens;
  • lotéricas;
  • transporte de cargas;
  • água e gás;
  • lavanderia;
  • materiais de construção;
  • clínica e serviços veterinários.

As informações são da Prefeitura de Curitiba!

Quem se sentir incomodado com o funcionamento irregular de algum destes estabelecimentos, pode denunciar pelos telefones 156 da Prefeitura ou no 190 da PM.

Pra esclarecer

A Prefeitura de Curitiba emitiu uma nota neste sábado desmentindo alguns “líderes religiosos informando que estão liberadas missas e cultos presenciais”. Leia a nota a seguir para entender exatamente a atual situação dessas atividades religiosas.

“Estão circulando nas redes sociais vídeos de líderes religiosos informando que estão liberadas as missas e cultos presenciais, de acordo com a Resolução 734/2020 da Secretaria Estadual da Saúde. Atendendo pedido do Ministério Público do Estado do Paraná, a Justiça já havia decidido pela suspensão dos trechos de decretos, resoluções e nota orientativa que incluíam a atividade religiosa como essencial.
Em Curitiba, de acordo com o Decreto 810/2020, que está vigente no momento, está suspensa a realização de missas e cultos religiosos presenciais, com assembleia comunitária de fiéis. Igrejas e templos religiosos podem abrir para o funcionamento de assistência religiosa individual e atividades administrativas. Também está permitida a realização de assistência religiosa coletiva por meio da internet e outros meios de tecnologia da informação, bem como missas e cultos drive-in.
As medidas restritivas são necessárias para que Curitiba consiga enfrentar a pandemia do novo coronavírus. Nesta sexta-feira, foram registrados novos 465 casos de covid-19 e outras 13 mortes de moradores da cidade. Com isso, a capital chega a 323 mortes e 12.623 casos confirmados da doença. Há, ainda, 531 casos em investigação”.


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