A atuação do árbitro Robson Babinski, que apitou o empate em 0x0 entre Paraná e Cianorte, foi muito criticada pelos jogadores dos dois times. A partida entre o Tricolor e o Leão do Vale aconteceu na tarde de domingo, na Vila Capanema, pela sexta rodada do Campeonato Paranaense. Os atletas apontaram abuso de autoridade do juiz, que não soube dialogar com os jogadores, segundo apontaram os protagonistas do confronto.

O zagueiro Fabrício, do Paraná, contou que após um primeiro tempo com muita chuva e jogadas perigosas, tentou conversar com Babinski, que não levou a conversa adiante.

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“Arbitragem tendenciosa. O tempo inteiro ele ameaçava com cartão amarelo, mesmo que a gente fosse só falar com ele. Fui falar com ele com educação, no fim do primeiro tempo. Perguntei: ‘professor, você tem algo contra mim?’ E ele ameaçou de dar cartão”, detalhou.

Na opinião do defensor, o comportamento do árbitro – que distribuiu sete cartões amarelos ao longo da partida – atrapalhou a concentração do time. “São coisas que irritam, tiram a gente do foco do jogo. Espero que o responsável por isso reveja a situação”, enfatizou.

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A reclamação em relação ao comportamento da arbitragem não foi só do lado paranista. Os jogadores do Cianorte apontaram arrogância de Babinski. O goleiro Bruno disse que também tentou abrir diálogo com o juiz, mas não teve sucesso.

“Ele não gostava de conversar. Estávamos apenas pedindo falta, algo normal, ainda mais para o capitão do time. Tratamos com educação e a resposta não foi legal. Dialogava com ignorância”, disparou Bruno, que também foi amarelado.

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Neste ano, o árbitro tinha apitado apenas uma partida, a vitória por 3×1 do Londrina em cima do Toledo, no dia 29 de janeiro.

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