Quem não gosta de fazer esse tipo de lista? Montar o time ideal ou o time fora do ideal (vide o sucesso do podcast De Letra sobre os perebas) gera discussão, lembranças e polêmica. E entrando nesse espírito de seleções, vou mostrar em três posts os meus times de Athletico, Coritiba e Paraná Clube no período de 2010 a 2019.

Sei que a década de verdade – tecnicamente – é entre 2011 e 2020. Mas é mais divertido pegar o período entre o ano 0 e o ano 9. É muito estranho falar que 2020 é da década de 2010. Então, vamos partir pra lista de uma vez.

Nesse texto, o Paraná Clube é o assunto. Aqui fica a minha seleção, e você pode conferir a da equipe da Tribuna do Paraná no podcast De Letra que entrou no ar nesta quarta-feira (12).

Clique aqui pra ver a seleção do Coxa e clique aqui pra ver a seleção do Furacão.

Richard

Foto: Albari Rosa/Arquivo

Marcos e Thiago Rodrigues foram brilhantes, mas o grande ano do Paraná em 2017 passou pelo gol. Primeiro com Léo, que teve algumas atuações incríveis. Mas por mais tempo com Richard, que foi decisivo para o acesso tanto quanto seus companheiros de linha.

Cristovam

Foto: Albari Rosa/Arquivo

Engraçado que os laterais-direitos que se destacaram no Tricolor nestes dez anos eram todos ultraofensivos – como Roniery e Diego Tavares. Mas o mais regular foi Cristovam, que fez um 2017 acima da média, e foi o melhor jogador que atuou no setor na década.

Iago Maidana

Foto: Albari Rosa/Arquivo

Foi por pouco tempo, mas o suficiente para deixar seu nome na história do Paraná. Bom na defesa e também nas bolas aéreas ofensivas, Iago teve seu auge no acesso tricolor para a primeira divisão, e por isso entra na minha lista.

Luciano Castán

Foto: Marcelo Elias/Arquivo

O zagueiro pegou dois períodos complicados no Tricolor, e nas duas passagens (2011 e 2016) foi destaque e líder do elenco. É menos conhecido do que o irmão Leandro, do Vasco, mas teve bons momentos na Vila Capanema.

Guilherme Santos

Foto: André Rodrigues/ Arquivo

Tecnicamente foi o melhor lateral-esquerdo em um setor que foi sempre foco de sofrimento nestes anos. A rigor, foi o único que merece registro, mas não apenas isso. Bom marcador e bom no apoio, Guilherme Santos conseguiu se destacar em uma temporada de poucos destaques individuais no Paraná.

Ricardo Conceição

Foto: Gilberto Abelha/Arquivo

A linha de marcação teve vários bons jogadores, possivelmente o setor onde o Tricolor teve melhor variedade de atletas. Ricardo Conceição foi absoluto no inicio da década, e foi também um líder em momentos muito delicados para o clube.

Alex Santana

Foto: Albari Rosa/Arquivo

Não conversei ainda com meus colegas, mas corre o risco de ser uma unanimidade. O melhor volante que passou pelo Paraná nos últimos dez anos, identificado com o clube e com ótimos números mesmo no ano do rebaixamento para a segunda divisão. Pena que não foi possível mantê-lo.

Renatinho

Foto: Albari Rosa/Arquivo

O camisa 10 que a torcida paranista gostaria de voltar a ver. Renatinho deu show em 2017, sendo um dos melhores jogadores daquela Série B e fundamental na volta para a elite do futebol brasileiro. Não repetiu em outros clubes o futebol do Tricolor.

João Pedro

Foto: Hamilton Bruschz/Arquivo

Alguns meio-campistas tiveram destaque no Paraná Clube nestes anos – praticamente todos em temporadas específicas. Olhando nesse aspecto, é inevitável escolher o melhor ano, e em 2017 João Pedro brilhou com a camisa tricolor.

Robson

Foto: Albari Rosa/Arquivo

Hoje no Coritiba, o atacante teve duas passagens boas pelo Paraná. Na primeira, começou voando e foi negociado com o São Paulo. Na segunda, veio no decorrer do ano e participou decisivamente do acesso.

Marcelo Toscano

Foto: Marcelo Elias/Arquivo

Foi difícil escolher o outro centroavante. E mesmo que Jenison ou Alemão tivessem momentos bons, fico mesmo com Marcelo Toscano, que foi o que jogou mais após ser passado da lateral-direita para o ataque.

Matheus Costa

Foto: Albari Rosa/Arquivo

Criticado por muitos, foi Matheus quem conseguiu os melhores resultados do Paraná Clube na década. Foi o técnico do acesso (tudo bem que teve o ‘legado’ dos trabalhos de Wagner Lopes e Lisca) e no ano passado quase repetiu a dose no ano passado com um time desacreditado.

+ Confira todos os posts do blog AQUI!