Quem foram os melhores? Qual é a sua seleção? Quem não gosta de fazer esse tipo de lista? Montar o time ideal ou o time fora do ideal (vide o sucesso do podcast De Letra sobre os perebas) gera discussão, lembranças e polêmica. E entrando nesse espírito de seleções, vou mostrar em três posts os meus times de Paraná Clube, Athletico e Coritiba no período de 2010 a 2019.

Sei que a década de verdade – tecnicamente – é entre 2011 e 2020. Mas é mais divertido pegar o período entre o ano 0 e o ano 9. É muito estranho falar que 2020 é da década de 2010. Então, vamos partir pra lista de uma vez.

Nesse post, monto o time ideal do Coritiba. E você pode conferir a da equipe da Tribuna do Paraná no podcast De Letra que entrou no ar nesta quarta-feira (12).

Clique aqui pra ver a seleção do Furacão e clique aqui pra ver a seleção do Tricolor.

Vanderlei

Foto: Hugo Harada/Arquivo

Uma escolha difícil no gol do Coritiba. Mas Vanderlei, além de ter ficado bom tempo no clube (até ser negociado com o Santos), foi o mais regular de todos nesta década. E também teve as atuações mais espetaculares.

Victor Ferraz

Foto: Marcelo Andrade/Arquivo

Não houve nenhuma unanimidade na lateral-direita do Coxa nestes dez anos. Entre o aplicado Jonas, o batedor de faltas Ayrton e o irregular Norberto, fico com Victor Ferraz. Ele não jogou aqui o que jogou no Santos, mas mesmo assim foi o melhor que atuou no setor.

Emerson

Foto: Antônio Costa/Arquivo

O grande zagueiro do Coritiba nas últimas décadas teria que entrar nesta seleção – e imagino que meus colegas também o escolherão. Foram quase dois anos de futebol em altíssimo nível, a ponto de ser convocado para a seleção brasileira. É candidato a entrar numa lista histórica do Coxa.

Pereira

Foto: Christian Rizz/Arquivo

Não é o meu favorito, mas entre os outros que se destacaram neste período foi o mais relevante. Capitão do time que brilhou em 2011, Pereira ganhou a simpatia da torcida pelo futebol simples, sem firulas, um ótimo complemento para o talento de Emerson.

Juan

Foto: Marcelo Andrade/Arquivo

Sei que ele jogou um tempo no meio-campo, mas enquanto esteve na lateral-esquerda do Coritiba, Juan foi o melhor que jogou por ali entre 2010 e 2019. Era quem mais dominava a função e quem foi mais regular.

Leandro Donizete

Foto: Marcelo Elias/Arquivo

Outro xodó da torcida alviverde, foi excepcional em toda a passagem pelo clube. Marcador incansável, corria para os outros meio-campistas jogarem. Era titular absoluto no melhor momento do Coritiba na década.

Alan Santos

Foto: Albari Rosa/Arquivo

Se não tinha a capacidade de finalização de Léo Gago, Alan Santos era mais completo. Marcava melhor e tinha bom passe. Decisivo no último título do Coxa, no Paranaense de 2017.

Rafinha

Foto: Albari Rosa/Foto Digital

Símbolo da década do Coritiba, Rafinha conseguiu ser fundamental nas duas pontas deste período. Entre 2010 e 2013, era o jovem e talentoso extrema que se destacou no futebol brasileiro. No ano passado, foi o toque de experiência necessário para a volta para a primeira divisão.

Alex

Foto: Henry Milleo/Arquivo

Certamente Alex não foi tão espetacular como foi em outros clubes, mas mesmo assim ele foi de longe o melhor jogador do Coxa enquanto esteve no clube, entre 2013 e 2014, até encerrar a carreira. Era o armador, o capitão, o ídolo e o artilheiro do time, e responsável pelos títulos estaduais naqueles dois anos.

Marcos Aurélio

Foto: Albari Rosa/Arquivo

Pelo que jogou em 2010 e 2011 entra na lista. Sua primeira passagem pelo Coxa foi de 106 jogos e 21 gols, além das assistências que consagraram Bill e Anderson Aquino. Voltou em 2015, mas aí já não foi bem.

Kléber

Foto: Jonathan Campos/Arquivo

Podemos até discutir se o custo-benefício de Kléber foi positivo para o Coritiba, por conta de suas atitudes em campo. Mas não há como reconhecer que nenhum atacante jogou tão bem nos últimos 10 anos. Foram 91 jogos e 41 gols, e disparado o melhor jogador do time em 2016.

Marcelo Oliveira

Foto: Felipe Rosa/Arquivo

A base do time vice-campeão da Copa do Brasil em 2011 e 2012 foi montada por Ney Franco, mas muito bem gerida por Marcelo Oliveira. Passa por ele a mudança tática que abriu espaço para Rafinha, Marcos Aurélio e Davi jogarem juntos, o que fez do Coxa um dos melhores times do País naquele período.

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