Foi um jogo fraco no Ubirajara Medeiros o justo 1×0 do PSTC sobre o Paraná Clube neste sábado (22). Com praticamente todo o time reserva, o Tricolor pode ter perdido uma chance de se consolidar no G8 do Campeonato Paranaense, mas deu um fôlego fundamental para seu elenco a quatro dias do fundamental jogo da Copa do Brasil diante do Bahia de Feira, na Quarta-Feira de Cinzas (26).

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Vamos começar do começo: Allan Aal está coberto de razão. Apesar do acordo fechado com a TSI (ou é o TSI?), o Paraná Clube não está em época de desprezar dinheiro. Passar para a terceira fase da Copa do Brasil representa uma boa grana, além do confronto com o Botafogo, que tem potencial de encher a Vila Capanema.

Por isso preservar titulares está mais do que certo. Inclusive evitando que não só que eles joguem com forte calor e em um gramado sempre complicado, mas que eles encarem a longa viagem até Cornélio Procópio.

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Aí pode-se perguntar: ora, mas o Paraná Clube está largando o Campeonato Paranaense? Tenho certeza que não é um decreto, mas uma questão de prioridades. Em 2017, o Tricolor faturou um bom dinheiro até os duelos com o Atlético-MG, e ninguém lembra da eliminação no Estadual para o Athletico após ter tido a melhor campanha na primeira fase. A vida é assim.

O jogo

Em campo, o Paraná Clube teve uma atuação regular considerando o desentrosamento do time – jogar pra valer é bem diferente de um coletivo. Criou alguns lances de mais perigo no primeiro tempo, mas nada que justificasse sair em vantagem. Do outro lado, o PSTC deixava clara as dificuldades que deixam o time em situação perigosíssima na tabela.

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Rodrigo Rodrigues foi mal e ainda expulso. Foto: Isaac Fontana/Foto Digital

A etapa final me trouxe uma certeza: Rodrigo Rodrigues não é o cara. O centroavante não mostrou qualidade nos jogos. Entre ele e Rafael Furtado, sempre o garoto da casa, ou mesmo Thiago Alves jogando como referência e Renan Bressan no meio-campo. Com um a menos, por conta da expulsão do RR, o Paraná Clube não teve muito a fazer senão se segurar, mas acabou levando o gol de Grafite no finalzinho. A escolha tricolor – correta, repito – custou três pontos.

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