Os clubes do Brasileirão estão com a navalha afiada: em apenas 12 rodadas, oito técnicos já foram demitidos. O último foi Thiago Larghi, do Goiás, que já está no terceiro comandante no campeonato.

Eduardo Barroca, no Coritiba, e Ney Franco, antecessor de Larghi no Goiás, foram os primeiros desligados, depois de quatro rodadas. Dorival Júnior, no Athletico, e Daniel Paulista (Sport) duraram uma partida a mais. Felipe Conceição deixou o Red Bull Bragantino depois do sexto jogo. Tiago Nunes caiu três rodadas depois.

Tabela do Brasileirão 2020: veja a classificação e todos os jogos

A falta de paciência da cartolagem nacional não é novidade. E o roteiro geralmente é parecido. Dias antes da demissão, os dirigentes vem a público defender o “professor”. Na derrota seguinte, rua.

No Coxa, o diretor de futebol Rodrigo Pastana defendeu Barroca dias antes de ambos perderem o emprego. Diretor geral do Athletico, Paulo André fez o mesmo com Dorival. Cartilha seguida também pelo presidente do Bahia, Guilherme Bellintani, com Roger.

Ainda temos a turma da corda bamba, que em resumo, são quase todos os técnicos. Diniz no São Paulo, Luxemburgo no Palmeiras e por aí vai.

Mas não se assuste porque até agora está tudo dentro do normal. Em 2018, foram 25 trocas de técnicos. No ano passado, 23. Então, quem é o próximo da fila?

Técnicos demitidos no Brasileirão

Ney Franco (Goiás) – 4ª rodada
Eduardo Barroca (Coritiba ) – 4ª rodada
Dorival Júnior (Athletico) – 5ª rodada
Daniel Paulista (Sport) – 5ª rodada
Felipe Conceição (Red Bull Bragantino) – 6ª rodada
Roger Machado (Bahia) – 7ª rodada
Tiago Nunes (Corinthians) – 9ª rodada
Thiago Larghi (Goiás) – 12ª rodada

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