Em meio a um ano irregular do Atlético, o zagueiro Thiago Heleno é um dos poucos jogadores que continuaram com prestígio com a torcida. Pelas atuações lá atrás e também na frente. Em quase dois anos de clube, o defensor se tornou uma espécie de ‘artilheiro’.

Até aqui, foram 93 partidas com a camisa do Furacão e nada menos do que dez gols marcados, uma média de um gol a cada dez jogos. Um número expressivo para um zagueiro, que não marcou apenas de cabeça na área, mas também de pênalti.

“É muito importante. Mas sempre deixo claro que o meu objetivo principal é defender bem e fazer com que o Atlético não tome gols. Mesmo assim, poder ajudar na frente é gratificante. Fico feliz e espero não parar por aqui”, afirmou ele, em entrevista ao site oficial do Rubro-Negro.

Mas não é só pelos gols que Thiago Heleno conquistou os atleticanos. A vontade em campo também foi fundamental. Em algumas vezes o jogador precisou atuar com uma toca na cabeça por causa de algum corte. Na vitória por 3×1 sobre o Vasco, no último domingo (19), ele chocou-se com o zagueiro Paulão, do adversário, mas mesmo assim seguiu em campo.

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“Se tiver condições de voltar para ajudar, tem que voltar. É o que sempre fiz na minha carreira, independentemente de qualquer dor. Não foi nada sério e pude voltar”, completou.