O Atlético vai começar a segunda fase do Campeonato Paranaense jogando em casa. O Tribunal de Justiça Desportiva (TJD-PR) concedeu na tarde desta terça-feira (27) efeito suspensivo e com isso a pena de perda de mando de dois jogos por conta das confusões no Atletiba da Taça Dionísio Filho não será aplicada agora, e sim apenas se o Pleno do TJD confirmar o veredito – o novo julgamento não tem data marcada para acontecer. Com isso, o confronto do Furacão com o União será sábado (3), às 16h, na Arena da Baixada.

O pedido foi enviado ao Tribunal logo depois da decisão do dia 14 de fevereiro, quando a 3ª Comissão Disciplinar puniu o Rubro-Negro com a perda de mandos e também com multa de R$ 17 mil. Nesta terça, o auditor Adelson Batista de Souza acatou o efeito suspensivo. A partir de agora, o caso é reenviado para a Procuradoria, que emitirá parecer para o novo julgamento, aí sim com todos os integrantes do TJD-PR. Em média, o Pleno se reúne a cada duas semanas. A próxima sessão será nesta quinta-feira (1), que já tem pauta fechada.

Confira a tabela do Campeonato Paranaense

Assim, uma possível data para o julgamento do Atlético seria o dia 15 de março. Até lá já terão sido jogadas três rodadas da Taça Caio Júnior. A quarta partida será no dia 18 (domingo), contra o Londrina, na Baixada, mas este jogo também está garantido pois não haverá tempo hábil para a mudança de local. Como a última rodada para o Furacão será fora de casa, a fase de grupos está garantida.

Relembre

O Atlético foi denunciado por quatro bombas arremessadas por torcedores contra a torcida coxa-branca, além da utilização de sinalizadores – fatos relatados na súmula do Atletiba do dia 2 de fevereiro. No mesmo julgamento, o Coritiba foi absolvido. Dias depois, a diretoria rubro-negra divulgou nota oficial em seu site fazendo novas críticas à torcida organizada, “que reúnem grande parte destes vândalos e seguem mantendo propósitos exclusivos de exploração econômica dos clubes, de seus símbolos, imagens e tradição, focados na desordem, na violência e na geração de medo“.