Foto: Arquivo

Willian é uma das opções de Ney Franco pro Atletiba decisivo.

É hora de mudanças. Mudanças sutis, porém eficientes, já que a estrutura da equipe está montada e não será em um jogo final que um radicalismo ocorrerá. Uma ou talvez duas posições. Certo mesmo é que o grupo atleticano terá que mudar a postura e a atitude em campo. Ser agressivo e, principalmente, mentalizar que é possível reverter o resultado. Acreditar em todas as jogadas e demonstrar raça, já que a energia, com certeza, virá da arquibancada. Caso contrário o Rubro-Negro pode esquecer a volta olímpica neste Paranaense.

Ney Franco terá que quebrar a cabeça durante a semana para arrumar sua equipe para a finalíssima. Buscar os titulares perfeitos e os suplente decisivos para a maior missão que já teve à frente do Furacão. Na Arena não adiantará armar um time que espera o erro do adversário para jogar, pois desta vez é tudo ou nada. E o objetivo não é nada fácil de ser conquistado: imputar, no mínimo, dois gols de diferença ao Coritiba – que joga com a vantagem.

Algo mais

Logo após a derrota para o rival, Franco revelou que mostrará algo diferente nesta final. E o principal problema a ser solucionado é ganhar força ofensiva. No Atletiba, o time até que conseguiu criar algumas jogadas, mas quantas vezes Edson Bastos foi ameaçado? Em dois arremates (Marcelo Ramos e Rhodolfo) e nenhum deles exigiu muito do arqueiro alviverde. Pouquíssimo para um grupo que construiu o melhor ataque durante a competição.

Marcar gols tem sido um problemão no Atlético ultimamente. O artilheiro do time completará 35 dias sem balançar as redes adversárias. Esse também é o tempo que o Rubro-Negro não consegue assinalar dois gols num único confronto – vitória de 2 a 1 contra o Engenheiro Beltrão na Arena.

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