Para o técnico interino do Athletico, Eduardo Barros, o time “mostrou intenção” de jogar de forma mais agressiva e vertical contra o Red Bull Bragantino. Apesar da vontade vista pelo substituto de Dorival Júnior, o Furacão só empatou em casa e chegou a cinco jogos sem vitória no Brasileirão.

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“Ainda não [está dentro do esperado]. E é natural que não esteja. Mas o desejo de ser mais agressivo, mais vertical, me agradou. A postura dos jogadores de se dedicarem para essa proposta de jogo foi muito positiva”, destacou o ex-auxiliar de Fernando Diniz.

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“A equipe tentou. Teve nitidamente a intenção de ser mais agressiva e vertical. Faltou até equilíbrio para perceber a situação do jogo, entender se era o momento de acelerar ou de circular a bola para acelerar em outro momento”, completou Barros, citando que Athletico jogava melhor que o rival até sofrer o empate em contra-ataque.

Barros assumiu a equipe após um grande descontentamento da diretoria com o futebol apresentado com Dorival. Apesar do título paranaense, a visão interna era de que o desempenho não condizia com a proposta agressiva e vertical do chamado “Jogo CAP”, a identidade de conceitos seguida pelo clube.

Responsável por implantar essa metodologia em todas as categorias do clubes, Barros é a aposta do diretor de futebol Paulo André para recuperar a maneira de jogar vista nas últimas duas temporadas, coroada pelos títulos da Sul-Americana e Copa do Brasil.

O desafio é grande, ainda mais pela falta de tempo. No domingo, o Athletico visita o Vasco, em São Januário, onde nunca venceu. Depois, encara Botafogo e Coritiba antes de viajar à Bolívia para o duelo contra o Jorge Wilstermann pela Libertadores.

“Vamos nos virando nos treinos… O que não vai faltar o aproveitamento desse pouco tempo pra gente conseguir reconstruir essa equipe com essa identidade de verticalidade, agressividade, busca pelo gol, coesão e solidez defensiva”, finalizou Barros.

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