Há pautas que nos enriquecem. Dão orgulho e satisfação pelo exercício do jornalismo. Recentemente começamos a pesquisar casos de pessoas que, por algum motivo, necessitam de ajuda extrema. Pra viver! Histórias reais. Situações não atendidas pelo poder público, pelas leis. E passamos a aprender muito com as angustias de cidadãos normais, atropelados por alguma circunstância do cotidiano. Quem olha pra esse tipo de gente?

Seja por indicação, ou especialmente pelo faro dos nossos caçadores de notícias, tivemos contato com lindas histórias. E, felizmente, atingimos o objetivo de tocar nossos leitores. E dezenas de pessoas receberam ajuda pra vencer, transpor necessidades e aflições.

Casos como o do menino Felipe, órfão de mãe, que hoje tem no pai, Eduardo, a única referência de cuidado, amor. Ele perdeu a mãe no parto, que foi complicado e lhe rendeu uma paralisia cerebral. Desde então a vida lhe impõe uma série de exigências. Que são caras.

Apresentamos a história dele aos nossos leitores na última semana. E, felizmente, mais uma vez a ajuda pintou acima do esperado. Eduardo já conseguiu adquirir uma série de coisas que vão garantir mais qualidade de vida pro filho.

Quem não conhece o Erick? Acompanhamos a vida dele há dois anos. Também portador de uma deficiência severa, precisa de UTI dentro de casa pra se manter vivo. Mas interage, sorri, principalmente quando a mãe Dalvana nos conta como ele tem evoluído, nas tantas entrevistas que já deu a nossos repórteres. Lá onde ele vive, nos rincões do Tatuquara, podemos dizer que nossos leitores ajudaram a erguer cada tijolo que construiu o seu quarto, e a viabilizar vários dos aparelhos e remédios que ele utiliza.

Com o Erick já produzimos diversas reportagens. Volta e meia ele precisa de alguma coisa. Fraldas, uma pastilha utilizada no equipamento de respiração, alimentação especial. Matéria publicada, a ajuda sempre chega. E nos enche de satisfação.

Por tudo isso agradecemos a você, nosso amigo leitor, que tem feito parte deste círculo virtuoso. Vamos crescer nesta corrente e ajudar mais e mais pessoas. Afinal de contas, #tamojunto!

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