Os gatos são famosos por passarem horas dormindo, e esse hábito sempre desperta a curiosidade dos tutores. Diferente de outros pets, eles alternam entre cochilos leves e períodos de sono profundo, aproveitando cada momento de descanso. Longe de ser preguiça, esse comportamento é uma característica natural da espécie, que ajuda a conservar energia e a se manter alerta quando necessário. Descobrir esses hábitos faz parte da magia de conviver com esses felinos encantadores.

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Geralmente mais ativos durante a noite e no início da manhã, os gatos seguem um padrão de comportamento herdado de seus ancestrais caçadores. Por isso, dormem bastante durante o dia para conservar energia. Além disso, a forma como dormem, os horários e até as posições adotadas revelam curiosidades interessantes sobre a saúde, o instinto e o bem-estar desses felinos. Confira! 

1. Gatos podem dormir até 16 horas por dia 

Os gatos domésticos costumam dormir entre 12 e 16 horas diariamente, podendo chegar a até 20 horas em alguns casos, como filhotes e idosos. Esse hábito está ligado ao instinto de conservação de energia, herdado dos felinos selvagens, que precisam descansar para garantir eficiência durante a caça. Mesmo dentro de casa, esse padrão se mantém. É importante entender que esse comportamento é normal, desde que o gato também apresente momentos de atividade e interação. 

2. Nem todo sono é profundo 

Grande parte do tempo em que o gato está “dormindo” é, na verdade, um estado de descanso leve. Nesse estágio, ele permanece atento a sons e movimentos ao redor, podendo acordar rapidamente. Esse tipo de sono representa cerca de 70% do tempo de descanso do animal. Isso acontece porque, na natureza, os gatos precisam estar sempre prontos para reagir a possíveis ameaças ou oportunidades de caça. 

3. Eles também sonham 

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Assim como os humanos, os gatos entram na fase REM (movimento rápido dos olhos), momento em que ocorrem os sonhos. Durante esse estágio, é comum observar movimentos involuntários, como mexer as patas, orelhas ou até emitir pequenos sons. Esses sinais indicam que o cérebro está ativo. Os sonhos podem estar relacionados a experiências do dia, como brincadeiras ou estímulos do ambiente. 

4. O horário de atividade é diferente 

Os gatos são animais crepusculares, ou seja, mais ativos ao amanhecer e ao entardecer. Por isso, eles tendem a dormir durante o dia, conservando energia para os momentos em que se sentem mais despertos e alertas. Esse comportamento tem tudo a ver com a natureza de suas presas.

Gato, com pelagem bege-claro, deitado em uma caminha azul e dormindo
Gatos que dormem enrolados e protegendo o corpo estão conservando calor e mantendo os órgãos vitais protegidos (Imagem: Yanya | Shutterstock)

5. A posição de dormir revela muito 

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A forma como o gato dorme pode indicar seu nível de conforto e segurança. Quando ele se enrola, protegendo o corpo, está conservando calor e mantendo os órgãos vitais protegidos. Quando dorme de barriga para cima, demonstra confiança no ambiente, pois essa é uma posição vulnerável. 

6. Eles escolhem bem onde dormir 

Gatos são exigentes na escolha do local de descanso. Preferem ambientes tranquilos, seguros e confortáveis, muitas vezes em locais elevados. Isso ocorre porque, instintivamente, lugares altos oferecem maior proteção contra possíveis ameaças. Além disso, buscam superfícies macias e quentes, que proporcionam mais conforto durante o sono. 

7. A temperatura influencia o sono 

Os gatos gostam de ambientes mais quentes, pois sua temperatura corporal é naturalmente mais alta que a dos humanos. Por isso, é comum encontrá-los dormindo ao sol ou próximos a fontes de calor. O calor ajuda a manter o corpo relaxado e favorece um descanso mais confortável. 

8. O sono está ligado à saúde 

Alterações no padrão de sono podem indicar problemas de saúde ou estresse. Um gato que passa a dormir muito mais ou muito menos do que o habitual pode estar enfrentando algum desconforto. Da mesma forma, agitação excessiva ou dificuldade para descansar também merecem atenção. Nesses casos, é recomendado procurar orientação veterinária.