O golpe era aplicado por ele em estabelecimentos comerciais, onde se apresentava como integrante da Delegacia de Passaportes da Polícia Federal. João é acusado de vender espaços publicitários para informativos e folhetos contendo instruções necessárias para obtenção de passaporte, justificando que a PF não dispunha de recursos para isso.
Apreensão
Na casa de João, foram encontrados vários folhetos, facilitando a identificação das inúmeras vítimas do golpe, principalmente restaurantes, bares, joalherias e lojas de presentes. Foi encontrada também uma arma sem registro e munição. A polícia acredita que existam outras vítimas. Elas devem procurar a PF para registrar queixa.