Tráfico pode estar por trás de assassinato de mulher

Com um tiro no peito e outro na coxa, uma mulher identificada como Rosecler Xavier Gonçalves foi assassinada às 2h de sábado, na Avenida do Canal, no Parolin. A vítima chegou a ser socorrida e encaminhada ao Hospital Cajuru, mas não resistiu aos ferimentos e morreu no final da madrugada. Este é o terceiro homicídio no Parolin em menos de uma semana. Policiais da Delegacia de Homicídios investigam se os casos estão interligados.

De acordo com boletim de ocorrência da Delegacia de Homicídios, atendentes do hospital comunicaram a morte aos policiais. Eles estiveram no Cajuru, com objetivo de apurar mais informações sobre o que aconteceu e sobre a vítima, mas nada conseguiram, já que a mulher foi levada pelo Siate e nenhuma pessoa a acompanhou. A mulher também não portava documento. Os policiais da DH aguardam que familiares da desconhecida façam o reconhecimento do corpo no Instituto Médico-Legal, para obter maiores detalhes sobre a vida da vítima e tentar elucidar o caso.

Outros

Coincidentemente, um rapaz conhecido como “Malaca”, que seria viciado em drogas, foi assassinado com um tiro no pescoço às 23h30 de quarta-feira, também na Avenida do Canal, no Parolin. De acordo com informações apuradas pela polícia, o rapaz era de São Paulo e veio para Curitiba acompanhado de uma tia, que retornou ao estado de origem pouco tempo depois. Mas o rapaz permaneceu na capital paranaense. “Malaca” seria viciado em drogas e se sustentava vendendo crack. O corpo do rapaz permanecia sem identificação no Instituto Médico-Legal, até a manhã de sábado.

Na madrugada do mesmo dia, Wando dos Santos, 34 anos, também foi assassinado na Avenida do Canal. Segundo parentes, ele era viciado.

Drogas

Apesar de a mulher ainda não ter sido identificada oficialmente, policiais da Delegacia de Homicídios aventam a possibilidade de a autoria estar ligada ao tráfico de drogas na região. Segundo informações de moradores, a droga na região é controlada por uma mulher, que manda matar os viciados que devem para o tráfico. No início de setembro, um dos homens acusados de executar várias vítimas, a mando da traficante – Alex de Oliveira Pimentel – foi assassinado por espancamento, pelos seus próprios comparsas, que teriam obedecido ordem da “patroa” do rapaz, durante um show em Guaratuba.

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